Coração do Pai

Como é gostoso um abraço, um carinho, um gesto afetuoso. Sentimos bem quando somos amados. Um abraço de pai, um beijo de mãe, um aperto de mão de irmãos e amigos. Somos seres que necessita e até depende desses gestos de afeto, de atenção, de consideração, de valorização. Porém, por vivermos num mundo individualista e impessoal,  nem sempre encontramos esses gestos. Mas, há uma boa-nova. 


É maravilhoso saber que não recebemos esse carinho apenas da nossa família e amigos, senão também do nosso Pai. Ele nos ama incondicionalmente. Ama mesmo! Com todas as suas forças e intensidade. Deus é amor, é a essência do verdadeiro amor, dele procede toda fonte de amor. O amor para ele não é um acidente, passageiro ou impulso. Deus nos ama com todo o seu coração. A pessoa de Cristo e seu gracioso sacrifício por nós revela-nos algo muito precioso do Pai, revela-nos o seu coração. Aprendemos na Bíblia a descansar em Deus, a se entregar a ele, a viver nele e para ele. Ao conhecer o coração do Pai – um coração puramente de amor – descansar, entregar e viver passam a ser uma consequencia natural do seu amor por nós. Podemos viver pautados nesse amor celestial, puro e maravilhoso. Por causa deste amor, Deus é digno de confiança, de adoração e de testemunho. Este amor nos desafia a se entregar totalmente aos braços do Pai, a amar mais, nos inspira a melhorar, a demonstrar mais amor, mais compaixão. Ninguém neste mundo nos ama mais do que ele. Amor provado pelo fogo, amor que dura para sempre, amor que supera nossas limitações e que perdoa nossos pecados. Amor incondicional. 

Viva neste amor, entregue-se a este amor, agradeça por este amor. Louve ao nosso Senhor que por Cristo e em Cristo nos revela o seu coração, o coração mais nobre que existe, o coração que vive para amar, amor você.

Não tem preço.


Você talvez tenha visto aquele comercial na TV que diz que existem coisas na vida que “não tem preço”. Sempre quando o assisti, eu pensava com meus botões: e na vida espiritual, nos relacionamentos com Deus, com a Bíblia, com os irmãos, estes, têm preço? Fala-se em pagar o preço mas, qual o valor destas bênçãos? Tem algum valor que as pague?

Tem preço poder desfrutar das belas palavras de vida, as quais encontramos na Bíblia? Tem preço poder conversar e desabafar com o Pai em qualquer hora e em qualquer lugar, e poder confiar nele? Tem preço poder viver numa dimensão da espiritualidade onde sentimos o toque de Deus em nosso viver? Tem preço poder conviver com pessoas que consideramos mais que irmãos, por quem intercedemos, e que estão sempre prontos a nos ajudar, quem amamos de verdade e que nos amam da mesma maneira? Tem preço poder abalar as estruturas do inferno com nosso testemunho, com nossa obediência e integridade a Deus e com nossa proclamação do evangelho? Tem preço ver pessoas se entregando a Cristo através de nós? Tem preço contemplar uma igreja viva e verdadeira que se prostra diante do senhorio de Cristo, sem contendas, amargura ou individualismo? Uma igreja que se move em adoração e serviço a Deus?

É, realmente, por isso e muito mais, que afirmo: a verdadeira vida espiritual com Deus não tem preço!

Buscando um Relacionamento Sadio com Jesus

 

O crente é aquele que foi convertido pela Palavra de Deus através da ação regeneradora do Espírito Santo. Que reconhece Jesus como Senhor e Salvador da sua vida pessoal. Aquele que serve a Cristo com toda a sua obediência, integridade e adoração em tudo o que pensa, em tudo o que fala e em tudo o que faz. Mas, como o crente pode desenvolver um relacionamento sadio com Cristo? Apontamos alguns caminhos:

a) Lendo e Estudando a Palavra – a Bíblia tem que ser mais do que um “livro de cabeceira”, ou um enfeite na estante ou armário. Antes, tem que ser a regra de fá e prática do cristão. Crente é aquele que tem vontade de ler a Bíblia, estudar a Bíblia, de conhecer o que Deus quer falar para os seus filhos. Estudando a Bíblia, conhecemos a mais a Cristo e aprendemos a nos relacionar com ele.

b) Indo à Igreja – é na sua igreja que você aprende também a Palavra de Deus, desenvolve comunhão com os irmãos, cultua e adora a Cristo como Senhor, que desabafa as suas mágoas, dores, medos, pesadelos e sofrimentos. Crente é aquele que valoriza a sua igreja e procura participar. Na igreja, com os irmãos e amigos, em culto e oração, nos relacionamos com Cristo.

c) Amando o próximo – Crente é aquele que ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a sí mesmo. Assim, não se pode desenvolver a vida cristã sem amor, perdão, comunhão, atenção, carinho, altruísmo, solidariedade com o próximo. Ao cuidar do outro, demonstramos nosso amor a Cristo. À medida em que nos relacionamos com o próximo, relacionamo-nos com Cristo. 

Procure desenvolver verdadeiramente um relacionamento sadio com o Senhor Jesus. Você não se arrependerá. Ele é maravilhoso!

Tô nem aí...


Jesus compara aqueles que ouvem e guardam os seus mandamentos como alguém que construiu sua casa sobre a rocha, mostrando assim, solidez, firmeza e confiabilidade na vida; mas, também, comparou aqueles que ouvem mas não guardam com aqueles que construíram sua casa sobre a areia, apontando para a fragilidade, fraqueza e caos da vida (Conforme: Mt 7:24-27). Aprendemos com isso que devemos ouvir e guardar (considerar, obedecer, aplicar) os ensinos bíblicos em nossa vida. Importa ouvir e, principalmente, viver segundo os princípios da Palavra.

Recebemos esses ensinos preciosos de Jesus quando lemos as Escrituras e também quando estamos em encontros onde há o estudo bíblico feito pelo pastor da igreja ou por outros irmãos pregadores. Um princípio interessante nesta questão é que todos que ouvem a Bíblia e seus ensinamentos passam a estar comprometidos com tais lições, cabendo uma atitude como resposta. Essa resposta pode ser positiva ou negativa. Positiva quando compreendemos e nos dispomos a viver segundo o que foi aprendido. Negativa quando não prestamos sequer atenção e muito menos estamos dispostos a praticar. Ouvimos mas, no final já descartamos os ensinos e vivemos de acordo com nosso bel prazer.

A verdade é que alguns estão “nem aí” com aquilo que é ensinado acerca da Bíblia e de Cristo. Ouvem (quando ouvem!) mas, não praticam. Você já sabe a consequencia dessa prática maléfica, não? Portanto, faça uma autoavaliação de sua postura diante da Palavra de Deus e das mensagens e estudos que tem sido oferecido em sua igreja e em sua casa. Ouça-os, receba-os, guarde-os em seu coração e pratique-os. Honre o Senhor Jesus com sua obediência, fidelidade e compromisso. Obedecer a Palavra é obedecer a Cristo. Estar conectado à Palavra, é estar conectado com Cristo. “Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça”.(Mc 4:23).

Gosto pelo estudo bíblico


Antes de ler estas poucas linhas, observe com atenção o que Jesus Cristo disse no Evangelho de João, 17:3: E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” Sabe o que Jesus quis ensinar com esse verso? Que a conversão vem pelo ouvir as Escrituras (Rm 10:17) e compreender suas lições. Jesus ensina também que somos santificados pela Palavra de Deus (Jo 17:17). A implicação disso é que não existe uma vida verdadeiramente cristã fora da Bíblia e do conhecimento dos ensinos de Jesus. Ser discípulo de Cristo é obedecer sua palavra e viver de acordo com seus mandamentos.

Assim, o cristão é aquele que ama sua Bíblia, que valoriza a sua Bíblia e que estuda a sua Bíblia. Mas, quero compartilhar contigo uma dificuldade que encontramos dentro de nossas igrejas, que tem se transformado em um péssimo costume. Temos visto uma frequência muito ruim em nossos estudos bíblicos. Pense nisto seriamente. Se por um lado não temos que vir mecanica ou obrigatoriamente na igreja, por outro lado, temos que ter amor, disposição e zelo no estudo da Palavra. Como avaliar o compromisso e relacionamento de alguém com Cristo que não tem prazer, vontade nem interesse de estudar a Bíblia?

Certamente, sem cometer injustiças, sabemos que há aqueles que estão estudando, trabalhando ou ocupados com alguma coisa inadiável ou urgente no horário do estudo. No entanto, nem todos se encaixam nessa excessão. E não há desculpas, como cansaço, ocupação com atividades adiáveis, frio, chuva, calor, tema desinteressante (há temas desinteressantes na Escritura?), etc?

Faça uma autoavaliação de seu compromisso com a Bíblia e com Jesus. Se você tem sido bem sucedido, parabéns! Continue assim. Se não, volte seu coração aos valores do Reino e ame estudar a sua Bíblia.

Discípulos ou religiosos?

Religioso é aquele que só vai na igreja de vez em quando. É o crente nominal. É aquele que não gosta de orar, não gosta de estar na presença do Pai. O crente religioso é aquele que acredita que precisa ser bonzinho para conseguir algo de Deus. Religioso é aquele que “barganha” as bênçãos com o Senhor. Acha que pode exigir alguma coisa de Jesus. Que merece algo em troca de sua suposta “religiosidade”. Religioso é aquele que não tem compromisso com Deus, sequer está preocupado com seu testemunho diante das outras pessoas. Religioso é aquele que vem à Igreja só por vir. Está pouco preocupado com a mensagem da Palavra e com o estudo bíblico. Acredita que a vida espiritual é apenas “um setor” da sua vida, sem nenhuma conexão com tudo o que faz, pensa ou fala. Religioso é aquele que trata o Pai do céu ainda como um “estranho”, sem muita intimidade com ele. Religioso é aquele que não ainda não percebeu a grandeza do amor e da graça de Cristo. Religioso é aquele não faz parte ainda do Reino de Deus. De religiosos as igrejas cristãs estão cheias, o difícil é encontrar discípulos. 

O discípulo é bem diferente do crente religioso. Discípulo é aquele que conhece e crê em Cristo. Já foi impactado pelo amor e pela graça do Pai. Sabe que Deus o ama como ele é. Que não há nada que ele possa fazer para obter algo de Deus, tudo recebe pela graça. Discípulo é aquele que reconheceu Jesus como seu salvador e senhor de toda sua vida. É aquele que já entregou todo o seu coração aos pés de Cristo, e agora, vive para a glória, para o serviço e para a proclamação do nome do Senhor. Discípulo é aquele que vive apenas para Jesus. Que não tem nada melhor ou maior do que Cristo em sua vida. É aquele que deixou os seus pecados. Discípulo é aquele que gosta de orar, que ama a Palavra e o estudo bíblico. É aquele que cultua a Deus com prazer e alegria. Que vive em santidade como gratidão ao Senhor pela sua graça. Discípulo é o filho verdadeiro do Senhor. E você, é religioso ou discípulo?

Corações Apaixonados


12 de junho. Dia dos namorados. Dia de se comemorar a paixão entre um casal que se ama. Essa data é comercialmente explorada. Há uma ênfase acentuada nos relacionamentos instantâneos, passageiros. Mas seráa que seria apenas isso? O dia dos namorados não tem mais nada a nos desafiar?

Podemos pensar, em primeiro lugar, que a Bíblia não permite relacionamento apenas passageiros, sem compromisso nenhum, o famoso “ficar”. Essa prática é mundana e totalmente estranho à vontade de Deus.

Em segundo lugar, somos levados a refletir que o verdadeiro amor é constituído também de paixão. O principal num relacionamento não é a paixão, e sim o amor, pois a paixão é um sentimento passageiro, o amor é duradouro e consistente. Mas, o amor é constituído também de paixão. Assim, é preciso ter o cuidado nos casamentos a preservar a paixão ou reacender constantemente esse sentimento no seio dos relacionamentos. Mesmo os casados, devem continuar apaixonados.

E, em último lugar, no dia dos namorados, devemos ponderar sobre a presença de Deus no casamento. Não há união feliz sem a ação do Senhor. Aprendemos que a aliança de Deus com seu povo envolve a bênção para a família. Por isso, mais importante do que a paixão, é a presença da graça e da condução do Senhor entre o casal.

Portanto, pense nessas lições. Busque manter corações apaixonados. Preserve o sentimento de respeito, cuidado, proteção e valorização no seu relacionamento. Não permita que se ausente a vontade de Deus no seu casamento ou namoro. Enfim, Feliz Dia dos Namorados para todos os apaixonados.

Ideais


Uma boa casa, bons filhos, bom emprego, boa saúde, um bom carro, um ótimo salário, um futuro melhor, um mundo melhor. Estes são alguns dos ideais que qualquer pessoa pode desejar. Todo mundo sonha. Todo mundo quer uma vida melhor, qualidade de vida, paz, harmonia. É bom sonhar, é muito bom idealizar e buscar esta melhora.

Aprendemos que o homem foi criado por Deus para servir e glorificar ao Senhor com a sua vida, com seus dons e talentos, com toda a sua força, entendimento, alma e coração. Este é o mais alto ideal dado por Deus para o homem: conhecer, servir, adorar e glorificar o Senhor de todo o universo, o Senhor de toda glória, o Senhor de todo o amor, o Senhor de toda a salvação. Quando perseguimos e cumprimos este ideal sublime – adorar a Deus sobre tudo e sobre todos – conseguimos viver bem com o próximo, com os nossos bens, com os nossos sonhos, com a nossa vida.

Não há como ser feliz sem viver nos ideais de Deus. Não há como se contentar sem Deus. Não há como se completar sem viver sob o cuidado e proteção de Deus. Os ideais de Deus são para a nossa própria felicidade, prazer e paz. Jesus é um Deus de abundância, quando vivemos sob os seus ideais, vivemos sob a sua graça abundante. Portanto, adore e sirva ao Senhor com tudo o que você tem e sabe fazer. Servir e adorar a Deus são os ideais de Deus para você. Não desperdice a sua vida.

Oração aceita por Deus

A rejeição é um dos maiores problemas em nossos dias. Ser rejeitado por alguém é muito difícil. Não é raro encontrar pessoas que sofreram uma determinada rejeição e custam superar este trauma. Esta rejeição pode ser na área emocional (no casamento ou namoro, na família),  na área pessoal (quando a pessoa rejeita a sí mesmo) ou na área profissional (quando o trabalho ou os serviços de uma pessoa são rejeitados pelo patrão ou pela firma). Mas, há alguém que não nos rejeita.

No Salmo 66:20 lemos: “Bendito seja Deus, que não me rejeita a oração, nem aparta de mim a sua graça”. Neste texto temos a esperança do crente, a confiança em um Deus que, a despeito dos nossos pecados, dos nossos erros e das nossas ofensas, nunca nos rejeita, nunca há de rejeitar a nossa oração, nunca há de apartar de nós a sua graça. O amor de Deus é verdadeiro e eterno. Deus ama os seus filhos e derrama sobre eles a Sua graça. Assim, os cristãos podem se alegrar todos os dias de sua vida, pois, os homens podem rejeitá-los, mas Deus, nunca rejeitará os sinceros e verdadeiros.
Cabe, portanto, a cada um de nós viver de modo sóbrio, obediente e sincero diante de Deus como sinal de gratidão por Sua graça. Podemos levar a Ele em oração as nossas dores, as nossas angústias, os nossos problemas, os nossos desafios, os nossos medos e os nossos anseios, porque Ele não rejeita as nossas orações, antes, são elas aceitas por Deus pelo Seu infinito amor por nós. Louvemos a Deus pela Sua graça.

Afinal, o que Deus quer de mim?

Temos tudo o que precisamos para viver bem segundo a bondade e propósitos de Deus em nossa vida. Deus é simplesmente maravilhoso, pleno de sabedoria e amor. O Senhor age em nossa vida de modo perfeito e amável. Tolo é não reconhecer todas as bençãos que Deus nos dá. Lamentável é percebermos como muitos, enquanto que ao mesmo tempo pedem as bençãos de Deus, viram as costas para o Soberano. Só querem receber, mas não estão preocupados em dedicar a Deus nada.

Precisamos nos atentar que Deus reinvidica para si toda glória. Deus criou o mundo e as pessoas para sua glória. Deus quer nos abençoar, mas reclama para si o reconhecimento de sua grandeza. Deus quer para si o culto e a adoração do coração e mente dos seus filhos, aqueles que o conhecem segundo as Escrituras e vivem para sua glória. Como crentes em Cristo, não vivemos somente para receber as bençãos de Deus, mas para dar aquilo que Deus quer.

Afinal, o que Deus quer? O Deus glorioso quer que seus filhos vivam uma fé materializada em atos de obediência, como humildade, bondade, justiça e amor. Deus quer um culto sincero, agradável e transparente. Deus deseja um culto realizado com prazer, com excelência. Corações que compreendem que os méritos do culto é de Cristo, o Redentor, na direção do Espírito Santo. Um culto que compreende a centralidade da Palavra. Deus não está preocupado com boas intenções, e sim com obediência. É isso o que agrada o coração do Pai, obediência.

Portanto, viva em gratidão a Deus. Dedique o seu coração e sua mente íntegras em adoração ao Senhor. Pondere e observe a Palavra de Cristo em suas atitudes, todas elas. Isso é o que Deus quer de nós.

Prejuízo espiritual – Parte 3 (Final)

O mundo e as pessoas eram perfeitos no princípio, quando Deus os criou. Deus colocou Adão e Eva no Jardim do Éden prometendo-lhes tudo o que é necessário para se viver bem. Ali havia paz, harmonia e absoluta felicidade. Havia uma intimidade perfeita entre Deus e os homens. Mas o pecado destruiu essa harmonia, trazendo todas as maldições provenientes deste pecado – tristeza, dor, choro, doença, desencontros, perdas, amargura, ódio, indiferença, guerra, caos, morte... Essa maldição impera com morte no mundo atual pelas forças malignas, e assim continuará até o final. Mas há uma grande esperança.

Mesmo diante da queda terrível dos nossos primeiros pais, percebemos claramente a graça de Deus trazendo luz nas trevas, salvação para o aflito, renovação onde estava tudo perdido, restauração para o mundo em pecado. Em Gênesis 3:15 temos a semente do Evangelho de Salvação, com uma promessa de graça para o mundo decaído. Deus promete que pelo descendente de Eva – Jesus Cristo – a serpente será condenada e destruída, trazendo graça e misericórdia sobre os eleitos de Deus – estes serão salvos pelo amor de Deus em Cristo. Afinal, o que aprendemos com tudo isso?

a) Deus é o criador todo-poderoso, soberano e senhor do universo controlando tudo com sua sabedoria.
b) Ele criou o mundo perfeito, mas o pecado trouxe todas as maldições advindas do pecado.
c) A humanidade caiu em desgraça e morte por causa do pecado. Assim, todos estão em pecado e separados da graça de Cristo.
d) Em Cristo, Deus promete a salvação, e pelo seu Espírito, conduz o seus eleitos à regeneração, tendo como resultados a fé e o arrependimento.
e) Cabe à igreja cristã a adoração ao Deus Salvador, o quebrantamento do coração diante dele em gratidão, e a pregação desta mensagem a todos. 


Precisamos compreender a miséria do pecado com todas as suas terríveis consequencias para podermos sondar a graça do amor de Deus com todas as suas belíssimas consequencias.” (Rev. Marlon)

Prejuízo espiritual – Parte 2

Em Gênesis 3, encontramos o prejuízo espiritual, o maior dos prejuízos do mundo.  O mundo antes da entrada do pecado com Adão e Eva era perfeito, regido pelo amor do Senhor, em uma harmonia plena. O pecado desordenou esse sistema. Quando o pecado entrou no mundo, vieram com ele todos os males na humanidade.

Adão desobedeceu a uma ordem expressa do Senhor, assim foi o primeiro pecado. Com isso, as terríveis consequencias desse pecado passou a toda a raça humana. Adão era o nosso representante federal e mediador da aliança das obras, por isso, o pecado dele é O NOSSO PECADO. Desta maneira, todos pecamos, já nascemos em pecado, com seus alarmantes desdobramentos. O maior de todos os prejuízos pelo pecado é a MORTE ESPIRITUAL, a alienação do homem com Deus, uma alienação real e plena, que nos separa da graça especial e salvadora de Deus em Cristo Jesus. É exatamente por causa dessa morte espiritual que todos os demais males no mundo passaram a existir. Com a morte, portanto, faz-se reinar a desarmonia, o caos, o conflito entre os homens, na natureza, em todo o universo. Quando falamos de prejuízo espiritual estamos tratando exatamente dessas consequencias pelo pecado dos nossos primeiros pais. Todos nascemos, então, separados da graça de Deus, e assim, instaura-se na raça humana o desentendimento, o orgulho, o ódio, a raiva, a indiferença, o desejo de matar, a inveja, o ciúme doentio, a guerra, etc. Tudo de ruim que existe é fruto da entrada do pecado no mundo. Doenças, pragas, dores, lágrimas, etc. também foram inauguradas por causa do pecado de Adão e Eva. Os problemas emocionais, familiares, profissionais, problemas sociais vem por ele.

Veja quão terrível é o pecado e seus prejuízos. Trate, portanto, o pecado com a preocupação e seriedade proporcionais aos desastres que advém dele. Afaste-se dele e ore por aqueles que ainda não foram libertos dele. 

(CONTINUA)

Prejuízo espiritual – Parte 1

Poucas coisas deixam alguém tão aborrecido quanto “mexer no seu bolso”, pois, ninguém gosta de perder dinheiro. Alguns buscam a Deus muito mais pelos “lucros financeiros” do que qualquer outra coisa. O dinheiro toca no coração de muitos. Trabalha-se pelo dinheiro, compromete-se a família e a saúde pelo dinheiro. Por causa dos prejuízos financeiros alguns vão ao fundo do poço... Pensa-se em prejuízo, logo pensa-se em grana. Mas, a Escritura, em Gênesis 3, trata de um prejuízo muito maior do que a quebra da Bolsa de Valores, do que o maior dos prejuízos financeiros. Ali encontramos o prejuízo espiritual, o maior dos prejuízos do mundo. Para compreender esse prejuízo, primeiro é necessário conhecer como era o mundo e as pessoas em Gênesis 1-2.

A Bíblia ensina (Gn 1-2) que Deus, ao criar o universo, entrou em aliança, um vínculo de amor, com Adão e Eva e com toda a criação, exigindo deles a obediência à sua vontade, e em retorno, prometendo seu cuidado, proteção, sustento e direção. Adão e Eva tinham um relacionamento pleno com o Senhor, andavam com ele, falavam com ele, tinham dele tudo o que era necessário para se viver bem. Deus e o homem tinham um laço harmonioso. Não havia maldade, malícia e nem orgulho no coração humano. Tudo, inclusive o trabalho, era feito com a bênção do Senhor, para a sua glória, com alegria, satisfação e gratidão no coração humano. A natureza estava em plena harmonia também, sem haver nenhum problema ecológico. O homem e a mulher não sabiam o que era doença, tristeza, morte, desencontros. Não havia desencontros conjugais ou desarmonia entre os filhos. Assim, e muito mais, era o mundo antes do pecado. Mas, os nossos primeiros pais caíram em pecado e Não existe maior prejuízo do que esse. Mas Deus derramou graça sobre os homens. 

(CONTINUA)

Troque o Dia da Mentira pela Verdade Todos os Dias


Como o louco que lança fogo, flechas e morte, assim é o homem que engana a seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.” (Pv 26:18-19)

Já faz parte do costume brasileiro contar uma “mentirinha” no dia 1º de abril, considerado o Dia da Mentira. Muitos podem até pensar: “mas, que problema tem uma mentirinha, é só uma brincadeira...”

A Bíblia diz que a mentira é pecado, por menor que seja, mesmo se for por uma boa intenção – mentir é e sempre será pecado e uma ofensa a Deus. A Bíblia ensina que o diabo é o pai da mentira. Esta afirmação ressalta ainda mais a seriedade da ofensa deste terrível pecado contra a santidade de Deus. O nosso Senhor abomina a mentira.

Cristo morreu pelo Seu povo para resgatá-los do pecado, das trevas e das garras do diabo e para trazê-los à luz, aos braços do Pai, a uma vida de verdade e paz. Cristo libertou o seu povo de uma vida arraigada na mentira para trazê-los a um relacionamento verdadeiro com o Pai, com o mundo e consigo mesmos. Cristo nos trouxe à verdade.

Creio, portanto, que o “Dia da Mentira” não condiz com o caráter e testemunho cristãos. Os filhos de Deus devem viver como crentes e verdadeiros naquilo que se pensa, diz ou pratica. Este “mentir”, mesmo por brincadeira, não deve fazer parte do costume dos cristãos. A proposta bíblica para a nossa vida é uma reforma em nossos costumes – trocar o dia da mentira pela verdade todos os dias – viver uma vida verdadeira para o louvor do Senhor Jesus e para o testemunho e proclamação da Palavra de Deus àqueles que estão ainda na mentira.

ABOMINAÇÃO

Sentir repulsa, ter aversão por alguém ou por algo. Com essas palavras define-se o termo ABOMINAÇÃO. Um termo que nos traz estranheza, mas que expressa solenamente o que Deus sente quando alguém, crente ou não, desobedece a sua vontade. Deus “abomina” o pecado! Não há a mínima possibilidade de Deus aprovar quaisquer tipos de pecados, mesmo que tenham sido cometidos “sem querer” ou, acredite se quiser, com uma “boa intenção” (Pv 21:27). Deus é santo, sempre santo, e por isso, abomina o pecado, antes, se alegra somente com a obediência de alma, de vida e de coração. Alegra-se quando sua criatura e principalmente os seus filhos, caminham (pensam e agem) segundo sua vontade expressa nas Escrituras.

Muitos textos bíblicos mostram essa abominação de Deus. Porque é abominação ao SENHOR, teu Deus, todo aquele que pratica tal injustiça.” (Dt 25:16) Preste atenção em um ponto muito importante. Deus não abomina apenas o pecado, senão também O PECADOR. Não há como separar o pecador do seu pecado. A prova disso, além do texto bíblico acima, o que bastaria para provar esse ponto, é que Deus não condena ou reprova o pecado, mas O PECADOR. Portanto, essa repulsa, aversão, afinal, essa abominação, Deus não sente apenas pelo pecado cometido, mas por quem o cometeu, pelo pecador rebelde, desobediente e reincidente.

Não devemos apenas nos assustar com tudo isso, mas compreender que Deus, em Cristo, merece nossa santidade e consagração, bem como nossa obediência aos seus princípios como estabelecidos na sua Palavra. Portanto, trate com zelo sua vida diante do Senhor. Repare o modo como você está agindo ante à santidade divina. E que a sua fidelidade nos dízimos, nas palavras, nas atitudes, no culto, no testemunho, no compromisso, em tudo, sejam agradáveis ao Senhor, sempre. O caminho do perverso é abominação ao SENHOR, mas este ama o que segue a justiça.” (Pv 15:9; Leia Pv 3:32; 6:16).

Servos

Somos educados, a partir da filosofia do nosso tempo, pelo prisma do delivery, isto é, a termos tudo pronto, a recebermos nas mãos aquilo que queremos. Nossos filhos, sem generalização, ficam assentados na frente da TV querendo tudo na mão, até mesmo aquilo que se parece simples como um copo com água. Mas, o que tem de mal nisso? Por causa dessa cultura do receber, deixou-se de valorizar a cultura do “servir”, do “dar”, de fazer algo para ajudar o outro. Quando falamos em servir ou se doar já vem em nossa mente algo pejorativo, ruim, como se isso fosse coisa de tolo, de ser passado para trás.


Em Romanos 12:1-2, somos desafiados por Deus a não nos conformarmos com este mundo, com a essa cultura corrompida pelo pecado, e sim, olharmos para o Senhor Jesus. Em Marcos 10:43-45 contemplamos o perfil de vida e ministério de Cristo: “Não será assim entre vocês. Pelo contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo; e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo de todos. Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.” Cristo vai de encontro com essa cultura de ser servido, mas, nos mostra como deve ser o coração do filho de Deus, um coração que serve o Senhor e o seu próximo, fazendo primeiramente tudo para o bem-estar e alegria do outro e assim, trazendo-a para o seu próprio. O servo é aquele que está feliz quando seu irmão fica feliz e o nome de Deus é honrado.

Busquemos em nossa vida abraçar o desafio de ser SERVO, sendo altruístas, humildes, amorosos, meigos e misericordiosos. Sejamos como Cristo, que apesar da sua glória, veio para servir e não para ser servido. E como podemos servir? Na oração, na assistência espiritual e social, na evangelização e, principalmente, na doação de si mesmo em amor para a felicidade do necessitado, do nosso próximo, do nosso irmão. Diga não à cultura do “ser servido” e desenvolva com toda a sua força e motivação o ensino bíblico do “servir”.

LIÇÕES SOBRE SANTIDADE – Parte 3

A ALIANÇA DO SENHOR E A SANTIDADE.

Aliança nos lembra acordo, pacto, vínculo. O Senhor Deus, em sua soberania e por seu amor, entrou em aliança conosco, eterna, irrevogável, cheia de promessas maravilhosas, um vínculo que faz transbordar toda a grandeza da graça divina em Cristo por nós. Essa aliança também traz consigo algumas responsabilidades e obrigações. Deus, ao entrar em aliança com o seu povo amado, requer deles obediência e santidade diante da sua santa Palavra, a partir do quê Deus abençoa o seu povo.

Portanto, aliança lembra santidade, e vice-versa. Essa obediência em santidade deve permear todos os setores da nossa vida em todos os seus relacionamentos, a partir dos mandatos que o Senhor estabeleceu no Éden:

a) Mandato espiritual – tem a ver com o relacionamento propriamente dito com Deus e sua Palavra revelada, uma obediência em amor à sua vontade, determinando os demais mandatos. Envolve o culto, a adoração, a evangelização, a aplicação em aprender as Escrituras;

b) Mandato social – tem a ver com o relacionamento com o semelhante, no trabalho, na escola e principalmente na família. Precisa-se prevalecer o amor, o altruísmo, a solidariedade, a humildade, o companheirismo e a ajuda mútua. O que mostra o nosso amor a Deus é o nosso amor ao próximo;

c) Mandato cultural – tem a ver com o nosso relacionamento com tudo aquilo que Deus criou – a natureza, os animais, etc. Envolve a cultura, a ecologia, etc. Precisamos zelar daquilo que Deus criou para nós.

Enfim, a partir desta aliança, Deus requer de nós a SANTIDADE em gratidão, amor e devoção.

Família - O Maior Bem nos dado por Deus




Essa é a minha família, Marisa e o Edson. Dei esse título - Família, O Maior Bem nos dado por Deus - porque de fato, nada nesse mundo nos é mais caro e precioso do que a nossa família. Deus nos criou em família, fomos salvos em Cristo em um contexto de família, fazemos parte hoje da família de Deus e viveremos eternamente em família. Portanto, não há nada melhor do que a família. Cristo Jesus nos ensinou isso quando honrou sua mãe até mesmo pregado na cruz. Deus a Adão deu ordens (mandatos) incluindo em destaque cuidar, amar, valorizar, atender e apreciar a sua família. Ame a sua esposa ou o seu marido, valorize os seus filhos e os seus pais, pois ela é o maior bem que nos é dado pela graça bondosa de Deus.

Eu posso declarar aqui que sou muito feliz pela família que Deus me deu, pelos meus pais, meus irmãos, pelos meus sobrinhos, tios, avós, etc. E principalmente pela Marisa, minha esposa, meu suporte, meu amor, e pelo meu filho, Edson, meu sorriso. Obrigado Jesus.

LIÇÕES SOBRE SANTIDADE – Parte 2

Santidade envolve um ideal de viver e agradar ao Senhor de todo o nosso coração, de toda a nossa alma, com toda a nossa força e com todo o nosso entendimento, afastando-se do pecado. Vimos na última pastoral que a santidade envolve a nossa mente e a nossa aplicação. Vejamos mais algumas lições.

1) A Santidade ao Senhor envolve toda a nossa ADORAÇÃO – pois, fomos criados e salvos para agradar ao nosso Deus. Agradamos ao Senhor quando nossa vida reflete o caráter de Deus. Isso implica ter a mente de Cristo, amar aquilo que o Senhor ama e afastar-se daquilo que desonra o coração de Jesus. Não há adoração sem santificação. A adoração não envolve apenas o culto público, mas todo o nosso coração, toda a nossa santidade. Quando você adora a Deus, primeiro ele vê o seu coração e sua santidade, para depois ver o seu louvor.

2) A Santidade ao Senhor envolve todo o nosso TESTEMUNHO – pois, se não nos afastamos do pecado, se estamos comprometidos com o mal, como agradaremos ao Deus Santo? Precisamos buscar a santificação para sermos santos e, consequentemente, zelarmos por um bom testemunho. O cristão santificado é aquele que testemunha da graça operada em seu coração, dedicando suas atitudes, sua integridade, sua devoção, seus talentos primeiramente a Cristo. Ser santo é ser íntegro. Deus procura homens e mulheres separados deste mundo mal e comprometidos com seu evangelho purificador. Os cristão precisam ser diferentes daqueles que não são convertidos.

Valorização da Comunhão

Temos meditado sobre diversos aspectos do nosso relacionamento como crentes, como irmãos e como família. Gostaríamos que sinceramente fizéssemos uma auto-análise de nossos corações e motivação quanto ao assunto: Como tenho lidado com a minha família cristã? Tenho amado os meus irmãos em Cristo? Tenho demonstrado atitudes que denotam atenção, amor e carinho? Tenho valorizado a minha comunhão na Igreja?

Veja bem, este tema não é nem um pouco subjetivo, pelo contrário, reflete em atitudes bem práticas com relação ao convívio da igreja. Por exemplo: temos visitado uns aos outros? Temos orado pelos enfermos e necessitados? Temos telefonado (no mínimo) aos aniversariantes? Temos preferido participar de todos os trabalhos da igreja, convivendo em união? Temos estreitado nossos laços fraternais? Temos cumprimentado todos os irmãos, sem distinção? Temos respeitado todos os irmãos, sem preferência? Enfim, poderíamos citar várias outras perguntas nesta mesma direção. Porém, preferimos atingir a consciência de todos nós nesta grande questão: temos valorizado a nossa comunhão?

Preste atenção neste verso bíblico: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima”. (Hb 10:25). Faça deste verso o tema da sua vida. Cresça na vida cristã, melhore em sua santidade e agrade melhor em adoração ao Senhor. Ame a sua família cristã.

LIÇÕES SOBRE SANTIDADE – Parte 1

Podemos definir santidade em dois aspectos que se completam, um negativo e outro positivo. Negativamente falando, santidade é a capacidade espiritual de viver longe daquilo que não agrada a Deus, desenvolvendo uma aversão ao pecado, fugindo da aparência do mal. Mas, santidade não é apenas deixar de fazer o mal, mas também, é a capacidade espiritual de fazer o bem, tendo o coração voltado para agradar ao Senhor, amando a sua vontade, sua Palavra que é a Escritura Sagrada. Esse é o lado positivo.

Assim, de um modo muito prático, podemos aprender algumas coisas sobre santidade. São elas:

1) A Santidade ao Senhor envolve toda a nossa MENTE – pois, se não entendermos o que é santidade e suas implicações, jamais conseguiremos de fato agradar ao Senhor. É necessário conhecer a Palavra, compreender suas lições, sondar a vontade de Deus para a nossa vida. Aqui reside a importância do estudo sério da Palavra, jamais conheceremos as Escrituras senão as estudarmos.

2) A Santidade ao Senhor envolver toda a nossa APLICAÇÃO – pois, “a semente não plantada não dá fruto”. Com isso queremos dizer que o conhecimento sem praticidade não serve para muita coisa, precisamos aplicar o que a Escritura nos ensina, praticar a vontade de Deus, trazer o conteúdo revelado para a esfera da vida prática, envolvendo todos os nossos relacionamentos a partir das lições bíblicas. Guardar no coração a Palavra é isso, entendê-la e praticá-la, viver a partir da Bíblia. Agradamos ao Senhor quando o conhecemos e quando o obedecemos.

Marcas de uma Verdadeira Igreja

Um lindo templo, um afinado coral, muita gente... Ou um pastor e bons líderes, um bom grupo de jovens... Ou até mesmo um bom trabalho de ação social... Tudo isto é muito bom e deve ter em uma igreja evangélica, mas não são fundamentais e nem suficientes em si mesmo. Na verdade são acessórios.

Podemos definir uma boa igreja pela sua doutrina, seu governo e sua prática. Uma igreja verdadeira ensina, segundo a Bíblia:

- A existência do Deus criador;
- A Palavra inspirada de Deus – a Bíblia – como regra de fé e prática;
- A Trindade – um Deus único que subsiste em três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo;
- A salvação apenas em Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador;
- A salvação exclusivamente pela graça e não pelas obras (méritos humanos);
- A atuação plena do Espírito Santo (como Deus) na vida dos crentes, convertendo-os e santificando-os dia-a-dia;
- A Igreja como o Corpo de Cristo, por meio de quem o crente está ligado ao Senhor Jesus;
- Sobre o dever do crente de ter uma vida pura, santificada, zelosa, missionária e abençoada.

Enfim, uma igreja verdadeira é aquela que prega a Palavra de Deus como ela é, sem adicionar e nem subtrair nada. Assim, as marcas de uma igreja verdadeira consistem na:

a) pregação fiel das Sagradas Escrituras;
b) na administração correta dos dois únicos sacramentos – batismo e santa ceia; e
c) na aplicação bíblica e correta da disciplina.

A denominação que está aquém ou além disto deve ser considerada como seita (igreja falsa). Fique atento, ame e apóie a sua igreja. Fique cada vez mais firme na igreja na qual Deus te salvou.

Série: Teologia e Vida (4)

“Um Morreu por Todos”: Jesus, O Mediador entre Deus e os homens   “A teologia como estudo da Palavra, não pode ser algo simplesmente teórico...