A doce experiência de depender do Senhor

O homem longe de Deus é dominado pelo pecado, que o corrói e o destrói. Esta distância o faz experimentar um dos mais amargos sabores da vida: a independência e a prepotência. Digo amargo porque quando o homem vive somente para si, fecha os limites do seu coração para o único que pode sustentar-lhe, dirigir-lhe e proteger-lhe nesta vida. A prepotência o cega para ver suas fragilidades, suas misérias e suas limitações. Cega-o para o outro. Cega-o para Deus. Quão tolo e infeliz é o homem que experimenta a independência e a prepotência.

Por outro lado, a graça de Deus o liberta do pecado e de suas mazelas, abrindo-lhe os olhos do coração para enxergar e reconhecer o seu Criador, Salvador e Senhor de sua alma. E quando isso acontece, que maravilhoso! A partir daí, o homem é capacitado a experimentar a doce experiência de depender de Deus, de vivenciar a sua bondade e a sua compaixão sempre presentes, a despeito de suas imperfeições. O homem passa a saborear a delicadeza, o afeto e o carinho que brotam do coração santo do Senhor, que sempre age com sabedoria, propósitos e bondade, contemplando o bem da sua criação e a felicidade e paz dos seus filhos. É verdade que este só alcança essa felicidade nos braços do Senhor, numa vida de total dependência. Assim, livra-se de tudo aquilo que o amarra a uma prática mesquinha, individualista, tola e fadada à miséria e a infelicidade.

Experimentemos também a paz que brota de uma vida de dependência do Senhor. A vida em abundância inicia-se quando dependemos menos de nós mesmos e cada vez mais do Senhor. Adoremos e sirvamos Áquele que nos sustenta.

Por que ir à Igreja?

Uma das grandes dificuldades que muitas igrejas enfrentam é a pouca participação das pessoas em suas atividades. O grande problema não é realizar estes trabalhos com poucas pessoas, e sim, saber que esta ausência pode ser um sintoma de um problema mais grave: frieza na vida espiritual.

O Salmo 122:1, diz: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor” e, no Salmo 84:10, também diz: “Pois um dia nos teus átrios vale mais que mil; prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade”. Nestes textos, os escritores bíblicos declararam todo o seu prazer e alegria em estar na Casa (na presença) do Senhor. A prioridade para eles era estar e permanecer perante Deus. Como citamos, o grande problema é notar que para muitos esta verdade não tem sido praticada, o que muito nos preocupa, pois, para o crente, não há nada melhor do que estar na presença do Senhor. E esta ausência e despreocupação podem indicar, portanto, um problema grave na vida espiritual, pode indicar que os crentes estão distantes da Palavra de Deus, da vida de oração, da dedicação e seriedade que devem existir no coração de cada cristão verdadeiro.

Para todos nós, portanto, esta é uma lição muito séria e apropriada. Devemos aprender que a nossa prioridade, o nosso prazer, o nosso esforço deve também ser direcionado para os trabalhos e atividades da nossa Igreja. Devemos valorizá-las participando delas. A edificação e santificação é resultado do nosso envolvimento e participação nos estudos da Palavra de Deus e numa vida de oração séria diante de Deus. Compareça e participe das atividades da sua amada igreja.

Um desabafo

Sou um cara maneiro pra caramba que amo a minha família e o Reino de Deus acima de tudo.

Porém, que já experimentou (ou vem experimentando) o desprezo daqueles que poderiam nos receber bem.. Para aqueles que não se encaixam neste perfil, o meu muito obrigado, pois estes demonstram verdadeiros frutos de vida cristã autêntica, sincera e altruísta.. a estes, que Deus continue a recompensá-los e abençoá-los..

Mas, àqueles.. ah! Àqueles.. que Deus tenha misericórdia.. que o Senhor da Vida lhes abra os olhos para perceberem (a tempo) que o pior da vida é desprezar alguém (mesmo com motivo.. imagine quando é sem motivo!!!! que terrível!!!!)!!

A nós, e aos nossos irmãos em Cristo, rogamos a companhia, proteção, direção e benção daquele que jamais nos despreza, por amor do Seu filho Jesus, o nosso salvador.. a Ele toda glória, honra e louvor.. a Ele, ao nosso Deus, a nossa vida em dedicação, compromisso, adoração e serviço.. Ele é, de fato, o nosso maior consolo, alegria, motivação e esperança!!!!

A Bíblia como a Palavra de Deus – Uma Reflexão Pessoal sobre as Escrituras.

A Bíblia é o que é – a Palavra de Deus. Seu conteúdo todo é inspirado, autoritativo, infalível, suficiente, perfeito e eficaz. Ela é a única regra de fé e prática para os homens.

O texto bíblico tem apenas um sentido: aquele pretendido pelo autor inspirado, sendo este ensino original o grande propósito da exegese e da interpretação das Escrituras.

A sua mensagem é clara a todo homem e, mediante um estudo sério, seus ensinos são suficientemente revelados para qualquer pessoa.

Por isso, a Bíblia revela a vontade de Deus ao homem e a salvação em Cristo aos seus escolhidos. Nada está acima dela, nem as tradições, denominações ou confissões religiosas; tudo está subordinado e dependente dela.

Creio que o melhor método de interpretação das Escrituras é o histórico-gramatical, suficiente para a compreensão do sentido do texto e sua aplicação à igreja.

A Bíblia está revestida de honra, glória e sabedoria como a Palavra de Deus. Ela é normativa e absoluta.

Assim, devemos a ela respeito e submissão demonstrados num estudo zeloso, sério, produtivo e relevante, enfim, edificante para quem a estuda e a leciona.

Finalmente, a Bíblia, e toda a Bíblia, com seus 66 livros inspirados, é a Palavra de Deus.

Soli Scriptura. Soli Deo Glória.

Série: Teologia e Vida (4)

“Um Morreu por Todos”: Jesus, O Mediador entre Deus e os homens   “A teologia como estudo da Palavra, não pode ser algo simplesmente teórico...