Dependemos uns dos outros. Não conseguimos viver sozinhos, pois somos seres sociais, interligados à vida em comum, unido a um senso de sociedade e união. Às vezes, precisamos ficar sozinhos, mas essa prática não faz parte da nossa natureza. Fomos criados por Deus para vivermos juntos em comunidades. Porém, acontecem fatos em nossa caminhada que, dado ao contexto difícil, nos vemos sozinhos, e algumas vezes, desamparados. O que precisamos ter em mente em momentos como estes – e que não são raros – é que DEUS SEMPRE ESTÁ CONOSCO. Ele jamais nos abandona ou nos desampara. A companhia do Senhor é certa, refrigeradora, consoladora, animadora. A presença firme de Cristo conosco nos fortalece em momentos difíceis, em situações desafiadoras.
Pense um pouco comigo. Você já se viu só? Já se sentiu sozinho? Seus problemas já te sufocaram? Seu coração já experimentou a ausência de quem você ama? Então chegou a hora de voltar aos olhos para o Senhor. Deus não vê os nossos problemas, nosso sofrimento, nossa solidão passivamente, como se assistisse em uma arquibancada. Não! O Senhor nos vê sim, mas também se compadece de nós, nos ama e isso o impulsiona a vir ao nosso encontro com o seu Espírito Santo, consolando-nos, fortalecendo-nos, amparando-nos. Assim é a presença de Deus conosco, assim é a companhia do Senhor em nosso coração.
Portanto, sinta-se desafiado a voltar os seus olhos e o seu coração a Jesus, o ÚNICO QUE PODE NOS AJUDAR EM TODO E QUALQUER MOMENTO. Ele te ama e está sempre contigo. Creia, descanse e receba a bênção do Senhor em seu coração.
Um espaço para a reflexão bíblica saudável sobre a vontade de Deus a nós, que promova fé, crescimento e salvação, saúde e vida.
Integridade e reputação
Como é difícil controlarmos a nossa língua, muito mais a língua dos outros. Isso porque muitos falam de nós, falam bem, falam mal, apontam defeitos ou qualidades, críticas construtivas, críticas destrutivas (muito mais destrutivas do que construtivas, na verdade). Muitos não estão dispostos a caminhar conosco, dispensar (ou disperdiçar para alguns) tempo ajudando outros, contribuindo para o crescimento, maturidade e lapidação do próximo. Muitos nos pautam pela régua deles, misturado com impaciência, empáfia e soberba. É bom fazermos justiça pois, graças a Deus nem todos agem de maneira negativa. A maioria com certeza.
É muito difícil ser aceito num grupo quando não se tem costas quentes ou dinheiro ou algo a oferecer. É comum se confundir hoje a integridade com reputação. Não é raro encontrar alguém julgando negativamente a reputação de outra pessoa. E isso é muito fácil dizer. Porém, aprendi com alguém a grande diferença entre reputação e integridade, sendo esta o que você é ou faz quando ninguém está te vendo, e aquela, o que as pessoas falam de você quando você não está perto. Podemos regular e vigiar nossa integridade, mas não nossa reputação. Alguém pode nos difamar sem mesmo sabermos.
O tenho firme no meu coração é que tenho minha integridade zelada pela graça do Senhor. Antes de falar de alguém, pare para avaliar a integridade dessa pessoa e jamais aceite como palavra final o que alguém fala de alguma pessoa que não está perto. Lembre-se, podemos julgar a reputação mas não a integridade. Que a nossa integridade seja guardada pela graça e santificação do Senhor Jesus. Espelhemos nele, para agir, para avaliar alguém e para se relacionar com qualquer pessoa.
É muito difícil ser aceito num grupo quando não se tem costas quentes ou dinheiro ou algo a oferecer. É comum se confundir hoje a integridade com reputação. Não é raro encontrar alguém julgando negativamente a reputação de outra pessoa. E isso é muito fácil dizer. Porém, aprendi com alguém a grande diferença entre reputação e integridade, sendo esta o que você é ou faz quando ninguém está te vendo, e aquela, o que as pessoas falam de você quando você não está perto. Podemos regular e vigiar nossa integridade, mas não nossa reputação. Alguém pode nos difamar sem mesmo sabermos.
O tenho firme no meu coração é que tenho minha integridade zelada pela graça do Senhor. Antes de falar de alguém, pare para avaliar a integridade dessa pessoa e jamais aceite como palavra final o que alguém fala de alguma pessoa que não está perto. Lembre-se, podemos julgar a reputação mas não a integridade. Que a nossa integridade seja guardada pela graça e santificação do Senhor Jesus. Espelhemos nele, para agir, para avaliar alguém e para se relacionar com qualquer pessoa.
O Essencial e o Natal
Como é bom festejar. Músicas lindas, comidas gostosas, como isso é agradável. Para não dizer das luzes piscando, árvores coloridas e enfeitadas, e muita, muita decoração de acariciar os olhos. E tem os presentes, ah! Os presentes! Amigo secreto, ou oculto, amigo de chocolate, presentinhos, presentes e presentões, um mais lindo do que o outro. Que momento belo é o Natal, uma das datas mais festejadas no mundo, celebrada com tudo isso que descrevemos e muito mais.
Mas Natal é só isso? Será mesmo que essa data limita-se a luzes, comida e presentes? Dado ao significado original do Natal, sua essência expande-se a algo mais belo. A essência do Natal está primeiramente na companhia e conexão com os verdadeiros amigos que nos acompanham em nossa caminhada. Estar juntos em comunhão com nossos amigos e familiares é o que realmente importa, mesmo que não haja tantas luzes, comidas diferentes ou presentes (geralmente, caros). Pois todas estas coisas são supérfluas ou acessorios e algumas vezes, parasitas. O que vale tudo isto sem os amigos? Aliás, é isso o que aprendemos com Cristo Jesus. No Natal, como sabemos, celebramos o nascimento de Jesus e nesse ato glorioso que brota do coração gracioso do Deus trino sobre toda a humanidade, aprendemos sobre a verdadeira amizade, amor, bondade, graça, altruísmo, solidariedade, graça, gentileza, paciência, perdão, restauração e esperança. Celebrar o Natal significa aplicar esses valores aos nossos relacionamentos, familiares, filhos, irmãos, cônjuges, amigos, vizinhos, etc.
Portanto, nesse Natal, mais do que luzes, presentes ou árvores coloridas - apesar de não haver nada contra essa prática cultural - o essencial é a AMIZADE, RELACIONAMENTO, FAMÍLIA, COMUNHÃO, e isso com amor, respeito e paz. Celebre o Natal de Cristo e jamais descarte aqueles que estão do seu lado, ao contrário, traga-os para perto de sí, e trate-os com valorização e muito carinho, não apenas com presentes na véspera do Natal, mas com atitudes aprendidas com Cristo todos os dias do ano. Assim Cristo agiu (e age!) conosco, assim devemos agir com o próximo. Esse é a essência do Natal do Senhor Jesus Cristo.
Eu e toda a minha família - Marisa, Edson Neto, meus pais, irmãos, sobrinhos e demais familiares - desejamos a todos um FELIZ NATAL. Deus o abençoe.
Mas Natal é só isso? Será mesmo que essa data limita-se a luzes, comida e presentes? Dado ao significado original do Natal, sua essência expande-se a algo mais belo. A essência do Natal está primeiramente na companhia e conexão com os verdadeiros amigos que nos acompanham em nossa caminhada. Estar juntos em comunhão com nossos amigos e familiares é o que realmente importa, mesmo que não haja tantas luzes, comidas diferentes ou presentes (geralmente, caros). Pois todas estas coisas são supérfluas ou acessorios e algumas vezes, parasitas. O que vale tudo isto sem os amigos? Aliás, é isso o que aprendemos com Cristo Jesus. No Natal, como sabemos, celebramos o nascimento de Jesus e nesse ato glorioso que brota do coração gracioso do Deus trino sobre toda a humanidade, aprendemos sobre a verdadeira amizade, amor, bondade, graça, altruísmo, solidariedade, graça, gentileza, paciência, perdão, restauração e esperança. Celebrar o Natal significa aplicar esses valores aos nossos relacionamentos, familiares, filhos, irmãos, cônjuges, amigos, vizinhos, etc.
Portanto, nesse Natal, mais do que luzes, presentes ou árvores coloridas - apesar de não haver nada contra essa prática cultural - o essencial é a AMIZADE, RELACIONAMENTO, FAMÍLIA, COMUNHÃO, e isso com amor, respeito e paz. Celebre o Natal de Cristo e jamais descarte aqueles que estão do seu lado, ao contrário, traga-os para perto de sí, e trate-os com valorização e muito carinho, não apenas com presentes na véspera do Natal, mas com atitudes aprendidas com Cristo todos os dias do ano. Assim Cristo agiu (e age!) conosco, assim devemos agir com o próximo. Esse é a essência do Natal do Senhor Jesus Cristo.
Eu e toda a minha família - Marisa, Edson Neto, meus pais, irmãos, sobrinhos e demais familiares - desejamos a todos um FELIZ NATAL. Deus o abençoe.
O VERDADEIRO NATAL
Luzes, piscas-piscas, enfeites, presentes, árvores iluminadas, clima de festa e alegria. Como é bonito o natal. Uma das datas mais importantes e significativas do calendário evangélico e cultural não apenas em nosso país, como em todo mundo. Esse é Natal. Tem até um simpático velhinho vestido de vermelho e com barba comprida. Como o Natal tem o poder de nos cativar. Mas esse é o verdadeiro sentido do Natal?
Sabemos que todos esses ingredientes citados acima são acessórios ou parasitas do Natal. O sentido é muito maior e mais sublime. Seu significado é muito mais do que luzes, árvore iluminada, presentes e comida (muita comida, aliás!). A essência do Natal é Cristo, o único filho gerado de Deus Pai. Natal é o momento especial de voltarmos nossos olhos e coração para o Senhor Jesus, o Deus que se fez homem e nasceu, viveu, morreu, mas ressuscitou e vivo está PARA SEMPRE, e tudo isto, ele fez por você. Cristo morreu numa cruz para pagar nossa dívida diante do Pai Celestial. Por Cristo e em Cristo, somos contemplados com graça, amor e salvação. No Natal – que significa nascimento ou lugar de nascimento (de Cristo) – somos deparados com a essência do amor de Deus por nós. Esse é o verdadeiro sentido do Natal – AMOR sincero, altruísta, sem interesses, diário, constante, verdadeiro. Assim é o amor do Pai e do Filho conosco, e é isso que o Natal de Cristo nos ensina.
Portanto, nesse Natal invista naquilo que vale mesmo a pena. Invista no amor, invista na família, nos seus verdadeiros amigos, invista em sua vida com Cristo, invista em sua felicidade e na de quem você ama. Esse é o Natal de Cristo. Esse é O VERDADEIRO NATAL. Não fique nos acessórios, atinja o essencial.
Sabemos que todos esses ingredientes citados acima são acessórios ou parasitas do Natal. O sentido é muito maior e mais sublime. Seu significado é muito mais do que luzes, árvore iluminada, presentes e comida (muita comida, aliás!). A essência do Natal é Cristo, o único filho gerado de Deus Pai. Natal é o momento especial de voltarmos nossos olhos e coração para o Senhor Jesus, o Deus que se fez homem e nasceu, viveu, morreu, mas ressuscitou e vivo está PARA SEMPRE, e tudo isto, ele fez por você. Cristo morreu numa cruz para pagar nossa dívida diante do Pai Celestial. Por Cristo e em Cristo, somos contemplados com graça, amor e salvação. No Natal – que significa nascimento ou lugar de nascimento (de Cristo) – somos deparados com a essência do amor de Deus por nós. Esse é o verdadeiro sentido do Natal – AMOR sincero, altruísta, sem interesses, diário, constante, verdadeiro. Assim é o amor do Pai e do Filho conosco, e é isso que o Natal de Cristo nos ensina.
Portanto, nesse Natal invista naquilo que vale mesmo a pena. Invista no amor, invista na família, nos seus verdadeiros amigos, invista em sua vida com Cristo, invista em sua felicidade e na de quem você ama. Esse é o Natal de Cristo. Esse é O VERDADEIRO NATAL. Não fique nos acessórios, atinja o essencial.
LUTAS
Vimos inquietos essa semana a guerra travada no Rio de Janeiro contra o tráfico de drogas. As polícias civil, militar e federal, e até mesmo as tropas do exército, unidas, trabalhando juntas na ocupação de lugares antes dominados há muito tempo pelos traficantes e demais delinquentes.
A Bíblia também fala de uma luta a ser travada por todos os crentes em Cristo. Uma batalha inevitável e ininterrupta, que se findará apenas na volta de Cristo. Essa luta é travada primeiramente no coração contra os desejos pecaminosos e as armadilhas que nos advém de um coração despreparado e longe de Jesus. Guerreamos também contra os males e imperfeições deste mundo: doenças, desencontros, problemas financeiros, separações, inveja, soberba, ingratidão, etc. Mas essa luta é travada também contra o maior inimigo dos cristãos – Satanás e seus demônios. Nesse sentido, é sempre importante frisar que a batalha do Diabo nesse mundo é desviar os crentes dos caminhos do Senhor, semeando a mentira, inveja, rebeldia e todo tipo de iniquidade. Ele quer nos ver abatidos e derrotados.
A verdade é que temos realmente uma verdadeira batalha, que exigirá de todos, cuidado, alerta, preparo, zelo, humildade, fé e firmeza na Palavra. Você deve estar preparado para as lutas dessa vida. Apegue sempre e cada vez mais com Cristo – o Leão da Tribo de Judá – aquele que lutou e venceu por nós (aliás, Cristo luta sempre por nós!). Viva de acordo com a vontade de Cristo, sua santa Palavra. Humilhe-se diante do poder soberano do nosso Pai, quem nos ama e jamais nos abandona. E fique certo em seu coração que a vitória sobre todas as nossas lutas já nos é garantida em Cristo Jesus.
A Bíblia também fala de uma luta a ser travada por todos os crentes em Cristo. Uma batalha inevitável e ininterrupta, que se findará apenas na volta de Cristo. Essa luta é travada primeiramente no coração contra os desejos pecaminosos e as armadilhas que nos advém de um coração despreparado e longe de Jesus. Guerreamos também contra os males e imperfeições deste mundo: doenças, desencontros, problemas financeiros, separações, inveja, soberba, ingratidão, etc. Mas essa luta é travada também contra o maior inimigo dos cristãos – Satanás e seus demônios. Nesse sentido, é sempre importante frisar que a batalha do Diabo nesse mundo é desviar os crentes dos caminhos do Senhor, semeando a mentira, inveja, rebeldia e todo tipo de iniquidade. Ele quer nos ver abatidos e derrotados.
A verdade é que temos realmente uma verdadeira batalha, que exigirá de todos, cuidado, alerta, preparo, zelo, humildade, fé e firmeza na Palavra. Você deve estar preparado para as lutas dessa vida. Apegue sempre e cada vez mais com Cristo – o Leão da Tribo de Judá – aquele que lutou e venceu por nós (aliás, Cristo luta sempre por nós!). Viva de acordo com a vontade de Cristo, sua santa Palavra. Humilhe-se diante do poder soberano do nosso Pai, quem nos ama e jamais nos abandona. E fique certo em seu coração que a vitória sobre todas as nossas lutas já nos é garantida em Cristo Jesus.
VIDA PLENA
A conversão é um dos maiores milagres operados pelo poder de Deus. É justamente o Espírito Santo que transforma o coração e a mente do homem, impulsionando a desenvolver fé e arrependimento sinceros diante do Pai. Essa conversão é poderosa e atinge todas as esferas da vida humana: família, trabalho, sentimentos/emoções, etc.
A questão que nos preocupa é quando percebemos que a “conversão” de muitos evangélicos não tem tido “poder” para transformar algumas coisas. Por exemplo, a família continua no rancor, divisão e indiferença, a administração dos bens não vem acompanhada de gratidão e responsabilidade, o coração não é exclusivo de Deus, antes, disputado entre as atrações deste mundo, ídolos do lar, dinheiro, poder, egoísmo, etc.
Deus não quer um coração pela metade. A proposta de Deus, acompanhada pela sua aprovação e bênção, é uma VIDA PLENA em Cristo Jesus. Uma vida plena de paz, harmonia, alegria, contentamento, gratidão, mansidão, bondade, paciência. Uma vida plena (repleta) de humildade, espiritualidade (piedade), amor pela Palavra, pela oração, pela igreja, pela comunhão. Uma vida plena de testemunho, santificação e dedicação ao Senhor. Uma vida plena e exclusiva ao Senhor e à obediência à sua vontade prescrita nas Escrituras. Uma vida plena (cheia) do Espírito Santo do Senhor, guiada, dominada, dirigida e influenciada por ele. Lembre-se: vida plena é a vontade de Deus para você, e é mediante ela que encontramos as melhores bênçãos do Pai a nós.
A questão que nos preocupa é quando percebemos que a “conversão” de muitos evangélicos não tem tido “poder” para transformar algumas coisas. Por exemplo, a família continua no rancor, divisão e indiferença, a administração dos bens não vem acompanhada de gratidão e responsabilidade, o coração não é exclusivo de Deus, antes, disputado entre as atrações deste mundo, ídolos do lar, dinheiro, poder, egoísmo, etc.
Deus não quer um coração pela metade. A proposta de Deus, acompanhada pela sua aprovação e bênção, é uma VIDA PLENA em Cristo Jesus. Uma vida plena de paz, harmonia, alegria, contentamento, gratidão, mansidão, bondade, paciência. Uma vida plena (repleta) de humildade, espiritualidade (piedade), amor pela Palavra, pela oração, pela igreja, pela comunhão. Uma vida plena de testemunho, santificação e dedicação ao Senhor. Uma vida plena e exclusiva ao Senhor e à obediência à sua vontade prescrita nas Escrituras. Uma vida plena (cheia) do Espírito Santo do Senhor, guiada, dominada, dirigida e influenciada por ele. Lembre-se: vida plena é a vontade de Deus para você, e é mediante ela que encontramos as melhores bênçãos do Pai a nós.
AMOR PELA PÁTRIA
A Bíblia declara que nossa pátria não é neste mundo. Nosso lar é o Céu. E é lá que viveremos toda a eternidade. Será um lugar sem injustiças, corrupção, ódio, invejas, desigualdades, doenças, tristezas, sofrimentos, etc. Será um lugar pleno de harmonia, paz, alegria e comunhão. Será uma comunidade civilizada, composta de pessoas comprometidas com Deus e sua vontade.
Mas obviamente, ainda não estamos no céu. Estamos neste mundo, repleto de injustiças, sofrimentos, etc. E a questão é: por que ainda estamos aqui? A resposta também é óbvia. O povo de Deus, comprado pelo sangue de Cristo, transformado pelo Espírito Santo, está neste mundo para apontar Deus e sua vontade, para proclamar as verdades de Deus neste mundo de mentiras, para testemunhar do amor de Deus neste mundo de ódio e desigualdades, para valorizar a ética que honra a Deus, neste mundo de corrupção. O povo crente ainda está neste mundo para levar a salvação de Cristo para aqueles que estão perdidos e condenados em seus próprios pecados.
Podemos e devemos amar este mundo e, em especial, nossa pátria, nosso país. Não amando as coisas erradas, mas amando as pessoas, a natureza, etc. E por este amor à pátria, aos nossos iguais e a Deus, devemos cumprir com nossa missão neste mundo: ser luz do mundo.
Nosso país está carente de Deus, do amor e da verdade em Cristo Jesus. Cumpra com seu propósito, amando a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo – isso envolve amar nosso país.
Mas obviamente, ainda não estamos no céu. Estamos neste mundo, repleto de injustiças, sofrimentos, etc. E a questão é: por que ainda estamos aqui? A resposta também é óbvia. O povo de Deus, comprado pelo sangue de Cristo, transformado pelo Espírito Santo, está neste mundo para apontar Deus e sua vontade, para proclamar as verdades de Deus neste mundo de mentiras, para testemunhar do amor de Deus neste mundo de ódio e desigualdades, para valorizar a ética que honra a Deus, neste mundo de corrupção. O povo crente ainda está neste mundo para levar a salvação de Cristo para aqueles que estão perdidos e condenados em seus próprios pecados.
Podemos e devemos amar este mundo e, em especial, nossa pátria, nosso país. Não amando as coisas erradas, mas amando as pessoas, a natureza, etc. E por este amor à pátria, aos nossos iguais e a Deus, devemos cumprir com nossa missão neste mundo: ser luz do mundo.
Nosso país está carente de Deus, do amor e da verdade em Cristo Jesus. Cumpra com seu propósito, amando a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo – isso envolve amar nosso país.
A VALORIZAÇÃO DA COMUNHÃO
No Novo Testamento, a palavra usada para comunhão é koinônia. Dentre alguns significados para esta palavra, um em especial nos chama muito a atenção: “um compartilhar de amizade” e uma permanência no convívio dos outros (At 2:42; 2Co 6:14). Veja o que nos diz Atos 2:42: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações”. Repare como era a convivência dos irmãos na Igreja Primitiva: viviam perseverantemente na comunhão. Em outras palavras, eles insistiam na alegria de viver junto, havia um clima de amizade, de amor, de união, eles tinham interesse em viver juntos. Não estavam juntos apenas nos cultos, em alguns trabalhos na Igreja. Pelo contrário, eles tinham prazer em conviver juntos. Assim viviam os cristãos dos primeiros séculos. E nós, como temos vivido? Como igreja devemos nos espelhar nos irmãos da Igreja Primitiva.
Quando penso no interesse do cristão na comunhão, questiono se de fato temos valorizado a comunhão. Precisamos valorizar mais as amizades na igreja do que fora dela, valorizar a amizade com pessoas que conhecem e amam também a Cristo. Precisamos nos inteirar da vida dos nossos irmãos visitando-os, entendendo que esta função não é exclusiva do pastor ou dos presbíteros, mas de todo o verdadeiro crente. Portanto, tenha interesse de viver com os seus irmãos. Ame os seus irmãos em Cristo, valorize a comunhão.
Quando penso no interesse do cristão na comunhão, questiono se de fato temos valorizado a comunhão. Precisamos valorizar mais as amizades na igreja do que fora dela, valorizar a amizade com pessoas que conhecem e amam também a Cristo. Precisamos nos inteirar da vida dos nossos irmãos visitando-os, entendendo que esta função não é exclusiva do pastor ou dos presbíteros, mas de todo o verdadeiro crente. Portanto, tenha interesse de viver com os seus irmãos. Ame os seus irmãos em Cristo, valorize a comunhão.
Igreja Reformada sempre se reformando
Hoje comemoramos os 493 anos da Reforma Protestante, movimento religioso no séc. XVI, de onde se originou várias igrejas evangélicas, entre elas, a Igreja Presbiteriana. No dia 31 de outubro de 1517, o reformador Martinho Lutero pregou 95 teses na porta da sua paróquia, na cidade de Wittemberg (Alemanha), contra os abusos doutrinários, políticos e sociais da Igreja Católica. Este ato heróico e corajoso marcou o início de uma nova era, impulsionou a Reforma Protestante na Igreja Cristã. Outros, como João Calvino, na cidade de Genebra (Suíça), ajudaram a alavancar a Reforma Protestante, espalhando-a por todo o mundo.
Um dos slogans da Reforma Protestante é: Igreja Reformada sempre se reformando. Alguns acreditam que essa frase ensina que a igreja cristã deva sempre se inovar, mudando em cada situação ou contexto. Mas, esta expressão não significa que a igreja deva se “reformar” todos os dias, no que diz respeito a se renovar, mudar, obter algo novo, algo que não tenha. Jamais foi essa a intenção dos reformadores, e nem o ensino do próprio Cristo. Este slogan deve ser corretamente compreendido. Os reformadores quiseram recuperar valores, ensinos e verdades esquecidos pela Igreja Católica, como por exemplo, a salvação e justificação pela exclusiva graça de Deus.
Hoje, devemos buscar uma reforma em nossas igrejas? Creio que sim. Todavia, isto não significa que iremos introduzir princípios novos e modernos em nossas igrejas, “reformando” o seu perfil e sua história, mas, se preciso for, retornar aos princípios, valores, verdades hoje esquecidos por nós crentes, princípios que são encontrados na Palavra do Senhor. Portanto, o verdadeiro sentido da reforma é sempre um retorno às Sagradas Escrituras. Retornemos, sempre que preciso for – e sempre é! –, à Palavra de Deus.
Um dos slogans da Reforma Protestante é: Igreja Reformada sempre se reformando. Alguns acreditam que essa frase ensina que a igreja cristã deva sempre se inovar, mudando em cada situação ou contexto. Mas, esta expressão não significa que a igreja deva se “reformar” todos os dias, no que diz respeito a se renovar, mudar, obter algo novo, algo que não tenha. Jamais foi essa a intenção dos reformadores, e nem o ensino do próprio Cristo. Este slogan deve ser corretamente compreendido. Os reformadores quiseram recuperar valores, ensinos e verdades esquecidos pela Igreja Católica, como por exemplo, a salvação e justificação pela exclusiva graça de Deus.
Hoje, devemos buscar uma reforma em nossas igrejas? Creio que sim. Todavia, isto não significa que iremos introduzir princípios novos e modernos em nossas igrejas, “reformando” o seu perfil e sua história, mas, se preciso for, retornar aos princípios, valores, verdades hoje esquecidos por nós crentes, princípios que são encontrados na Palavra do Senhor. Portanto, o verdadeiro sentido da reforma é sempre um retorno às Sagradas Escrituras. Retornemos, sempre que preciso for – e sempre é! –, à Palavra de Deus.
Diferenciando-se do mundo
Aqueles que estão em Cristo devem ser diferentes do mundo enquanto que aqueles que estão longe de Deus e indiferentes à Bíblia necessitam urgentemente de mudança, de conversão e da graça de Cristo, quem nos ensinou: “Vós sois o sal da terra ... e luz do mundo” (Mt 5:13,14). Com essas palavras, Cristo nos ensina que aqueles que já se converteram são essencial e espiritualmente diferentes do mundo.
É nesse sentido que gostaria de fazer algumas perguntas de suma importância para a sua vida espiritual: O que é ser diferente? Quais atitudes demonstram esta diferença no seu testemunho? Eu respondo. O crente deve ser diferente, por exemplo: na forma de falar e o que se fala, na forma de vestir, nos gostos e desejos, nos seus relacionamentos, seja com os seus familiares ou amigos, nos seus desejos e impulsos – se são justos ou não, em seu contentamento, etc. As amizades do cristão devem ser muito bem selecionadas. Sua conduta em tudo deve ser consagrada e santificada para o Senhor.
Assim, o crente vive para testemunhar daquilo que Cristo fez por ele e da transformação que houve em seu coração. Quando ele testemunha, Deus é glorificado e honrado, Cristo é pregado, o crente abençoado, cumprindo com a sua missão neste mundo de apontar o erro e mostrar o caminho certo e recuperar almas para Jesus. Se você já é crente pense seriamente nisso. Se ainda não é, precisa entregar urgentemente a sua vida ao Senhor Jesus Cristo.
É nesse sentido que gostaria de fazer algumas perguntas de suma importância para a sua vida espiritual: O que é ser diferente? Quais atitudes demonstram esta diferença no seu testemunho? Eu respondo. O crente deve ser diferente, por exemplo: na forma de falar e o que se fala, na forma de vestir, nos gostos e desejos, nos seus relacionamentos, seja com os seus familiares ou amigos, nos seus desejos e impulsos – se são justos ou não, em seu contentamento, etc. As amizades do cristão devem ser muito bem selecionadas. Sua conduta em tudo deve ser consagrada e santificada para o Senhor.
Assim, o crente vive para testemunhar daquilo que Cristo fez por ele e da transformação que houve em seu coração. Quando ele testemunha, Deus é glorificado e honrado, Cristo é pregado, o crente abençoado, cumprindo com a sua missão neste mundo de apontar o erro e mostrar o caminho certo e recuperar almas para Jesus. Se você já é crente pense seriamente nisso. Se ainda não é, precisa entregar urgentemente a sua vida ao Senhor Jesus Cristo.
O Principal
A vida cristã é envolvida por muitos compromissos e atividades, unida de muitas preocupações e estresse. Encontramo-nos atordoados de tantas coisas que desejamos, fazemos ou que recebemos, experimentando alegria, tristeza, vitórias, frustrações, paz, desconforto. Muitas vezes, nosso coração parece se perder nesse meio tão concorrido. A vida cristã pode ter se tornado um pouco institucionalizada ou até mesmo departamentalizada, isto é, resumimos nosso compromisso com Cristo apenas em encontros dominicais, alguma reunião de oração, talvez uma visita a alguém, um telefonema a um irmão, “comparecer” ao culto ou algum estudo bíblico, participar de eventos, etc.
Lógico que tudo isso é importante para a vida cristã, mas ela, definitivamente, não se resume a isso. A vida cristã é muito mais do que “comparecer” ao culto de domingo à noite, do que ter o nome arrolado ao rol de membros, muito mais do que atividades, é muito mais!
A vida cristã está alicerçada no relacionamento amoroso com Deus e com o próximo. É relacionar-se com sinceridade, obediência, transparência, afeto, gratidão e desejo de servir ao nosso Deus. É também relacionar-se com carinho, paciência, doçura, altruísmo e humildade com o outro. Tenho percebido que esse relacionamento com verdade e amor no coração é o principal da vida cristã, independente das circunstâncias, em todos os momentos, com quem quer que seja. Por isso, peçamos ao Senhor que cuide do nosso coração. Que nossos sentimentos de afeto a ele e ao próximo sejam preservados pela sua graça restauradora. Que amemos de fato e verdade a Deus, a vida e o outro. Isto é o principal.
Lógico que tudo isso é importante para a vida cristã, mas ela, definitivamente, não se resume a isso. A vida cristã é muito mais do que “comparecer” ao culto de domingo à noite, do que ter o nome arrolado ao rol de membros, muito mais do que atividades, é muito mais!
A vida cristã está alicerçada no relacionamento amoroso com Deus e com o próximo. É relacionar-se com sinceridade, obediência, transparência, afeto, gratidão e desejo de servir ao nosso Deus. É também relacionar-se com carinho, paciência, doçura, altruísmo e humildade com o outro. Tenho percebido que esse relacionamento com verdade e amor no coração é o principal da vida cristã, independente das circunstâncias, em todos os momentos, com quem quer que seja. Por isso, peçamos ao Senhor que cuide do nosso coração. Que nossos sentimentos de afeto a ele e ao próximo sejam preservados pela sua graça restauradora. Que amemos de fato e verdade a Deus, a vida e o outro. Isto é o principal.
Por que ir à Igreja?
(Com uma nova roupagem, postei novamente essa mensagem, por ser um assunto atual, relevante e real. Vale a pena ver de novo).
Uma das grandes dificuldades que muitas igrejas enfrentam é a pouca participação das pessoas em suas atividades. O grande problema não é realizar estes trabalhos com poucas pessoas, e sim, saber que esta ausência pode ser um sintoma de um problema mais grave: frieza na vida espiritual.
O Salmo 122:1, diz: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor” e, no Salmo 84:10, também diz: “Pois um dia nos teus átrios vale mais que mil; prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade”. Nestes textos, os escritores bíblicos declararam todo o seu prazer e alegria em estar na Casa (na presença) do Senhor, dando prioridade a isso. Para muitos esta verdade não tem sido praticada, o que muito nos preocupa, pois, para o crente, não há nada melhor do que estar na presença do Senhor. E esta ausência e despreocupação podem indicar, portanto, um problema grave na vida espiritual, que os crentes estão distantes da Palavra de Deus, da vida de oração, da dedicação e seriedade que devem existir no coração de cada cristão verdadeiro.
Para todos nós, portanto, esta é uma lição muito séria e apropriada. Devemos aprender que a nossa prioridade, o nosso prazer, o nosso esforço deve ser direcionado para os trabalhos e atividades da nossa Igreja. Devemos valorizar e priorizar as atividades, participando delas. A edificação e santificação é resultado do nosso envolvimento e participação nos estudos da Palavra de Deus e numa vida de oração séria diante de Deus. Compareça e participe das atividades da sua amada igreja por consciência, motivação e amor.
Uma das grandes dificuldades que muitas igrejas enfrentam é a pouca participação das pessoas em suas atividades. O grande problema não é realizar estes trabalhos com poucas pessoas, e sim, saber que esta ausência pode ser um sintoma de um problema mais grave: frieza na vida espiritual.
O Salmo 122:1, diz: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor” e, no Salmo 84:10, também diz: “Pois um dia nos teus átrios vale mais que mil; prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade”. Nestes textos, os escritores bíblicos declararam todo o seu prazer e alegria em estar na Casa (na presença) do Senhor, dando prioridade a isso. Para muitos esta verdade não tem sido praticada, o que muito nos preocupa, pois, para o crente, não há nada melhor do que estar na presença do Senhor. E esta ausência e despreocupação podem indicar, portanto, um problema grave na vida espiritual, que os crentes estão distantes da Palavra de Deus, da vida de oração, da dedicação e seriedade que devem existir no coração de cada cristão verdadeiro.
Para todos nós, portanto, esta é uma lição muito séria e apropriada. Devemos aprender que a nossa prioridade, o nosso prazer, o nosso esforço deve ser direcionado para os trabalhos e atividades da nossa Igreja. Devemos valorizar e priorizar as atividades, participando delas. A edificação e santificação é resultado do nosso envolvimento e participação nos estudos da Palavra de Deus e numa vida de oração séria diante de Deus. Compareça e participe das atividades da sua amada igreja por consciência, motivação e amor.
Em Busca de Uma Identidade Missionária
“E disse-lhes: Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas”. Mc 16:15
Nestes dizeres, Cristo ordenou aos Seus discípulos que por amor e com amor levassem o evangelho da salvação a todos as pessoas de todas as tribos, raças e nações. O que é mais interessante nestas palavras é que Jesus não ensinou que eles, de vez em quando, falassem do evangelho, pregassem a Bíblia apenas no culto, fizessem uma cruzada evangelística, ou atividades especialmente “evangelísticas” na igreja local. Sem dúvida, todas estas atividades são muito importantes a nós e à pregação do Evangelho.
Mas, o que Cristo nos ensina em Mc 16:15 é que a visão missionária envolve a nossa vida toda em todos os momentos. Assim, enquanto vivermos pregaremos o evangelho a todos. Enquanto eu estiver “indo” proclamarei a mensagem de Cristo àqueles que estão perto de mim. A evangelização deve fazer parte essencial e integral do nosso viver diário, impulsionando-nos a uma identidade missionária.
Assim, vivemos, respiramos, idealizamos e buscamos a pregação do evangelho de forma integral. Ser crente não é participar de missões simplesmente; ser crente é ser um missionário 24 horas por dia, abraçando uma identidade missionária sempre. Portanto, prepare-se, anime-se e disponha-se à obra: pregue e viva o Evangelho sempre e a todos.
Nestes dizeres, Cristo ordenou aos Seus discípulos que por amor e com amor levassem o evangelho da salvação a todos as pessoas de todas as tribos, raças e nações. O que é mais interessante nestas palavras é que Jesus não ensinou que eles, de vez em quando, falassem do evangelho, pregassem a Bíblia apenas no culto, fizessem uma cruzada evangelística, ou atividades especialmente “evangelísticas” na igreja local. Sem dúvida, todas estas atividades são muito importantes a nós e à pregação do Evangelho.
Mas, o que Cristo nos ensina em Mc 16:15 é que a visão missionária envolve a nossa vida toda em todos os momentos. Assim, enquanto vivermos pregaremos o evangelho a todos. Enquanto eu estiver “indo” proclamarei a mensagem de Cristo àqueles que estão perto de mim. A evangelização deve fazer parte essencial e integral do nosso viver diário, impulsionando-nos a uma identidade missionária.
Assim, vivemos, respiramos, idealizamos e buscamos a pregação do evangelho de forma integral. Ser crente não é participar de missões simplesmente; ser crente é ser um missionário 24 horas por dia, abraçando uma identidade missionária sempre. Portanto, prepare-se, anime-se e disponha-se à obra: pregue e viva o Evangelho sempre e a todos.
Por que evangelizar?
O nosso mundo é bastante agitado e conturbado. Pessoas atarefadas com seus compromissos e problemas, às vezes escolares, profissionais e até mesmo familiares. Neste contexto, paira uma relevante pergunta: por que devo eu evangelizar? Essa pergunta é válida, pois, pelo fato de estarmos todos envolvidos com nossas correrias, teríamos ainda tempo e condições (até mesmo físicas) para evangelizar?
Paulo era um homem atarefado, cheio de compromissos e desafios e além de tudo, perseguido. Paulo foi um verdadeiro servo de Jesus, deixando-nos uma belíssima lição: “Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho!” (1Co 9:16). Paulo nos ensina que devemos pregar o evangelho sim, independente dos nossos compromissos e atividades do dia-a-dia, pois somos servos de Cristo e fomos chamados para este fim: pregar o evangelho. Por isso, Paulo trata a pregação do evangelho como obrigação, compromisso, estilo de vida, propósito maior, etc.
Precisamos, portanto, amar e viver o evangelho sempre. Assim, pregar será apenas uma conseqüência natural do viver cristão. Sejamos verdadeiros missionários, compreendendo que amar, viver e pregar o evangelho é nada mais do que o estilo de vida do verdadeiro cristão, é uma prova de amor, obediência e dedicação a Deus. Levemos, portanto, o evangelho do Senhor Jesus àqueles que ainda não o conhecem. Que em nossas tarefas do dia-a-dia, evangelizar seja sempre natural e prioritário.
Paulo era um homem atarefado, cheio de compromissos e desafios e além de tudo, perseguido. Paulo foi um verdadeiro servo de Jesus, deixando-nos uma belíssima lição: “Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho!” (1Co 9:16). Paulo nos ensina que devemos pregar o evangelho sim, independente dos nossos compromissos e atividades do dia-a-dia, pois somos servos de Cristo e fomos chamados para este fim: pregar o evangelho. Por isso, Paulo trata a pregação do evangelho como obrigação, compromisso, estilo de vida, propósito maior, etc.
Precisamos, portanto, amar e viver o evangelho sempre. Assim, pregar será apenas uma conseqüência natural do viver cristão. Sejamos verdadeiros missionários, compreendendo que amar, viver e pregar o evangelho é nada mais do que o estilo de vida do verdadeiro cristão, é uma prova de amor, obediência e dedicação a Deus. Levemos, portanto, o evangelho do Senhor Jesus àqueles que ainda não o conhecem. Que em nossas tarefas do dia-a-dia, evangelizar seja sempre natural e prioritário.
Parceiros da Graça
Podemos definir graça como “favor imerecido” ou “a imerecida bondade ou amor de Deus aos que perderam o direito a ela e, por natureza, estão sob a sentença de condenação. A graça de Deus é a fonte de todas as bênçãos espirituais concedida aos pecadores” (L. Berkhof). Graça é a qualidade do coração do Pai de conceder imerecidamente a algumas pessoas favores especiais.
Aprendemos pela graça algumas coisas do coração de Deus: ele é um ser glorioso, que ama perfeitamente seus eleitos, que derrama sobre eles, constantemente e imutavelmente, sua bondade, sustentando-os e provendo-lhes todas as coisas – tanto física como espiritualmente.
A Graça de Cristo tem a ver com algo que NÃO MERECEMOS, por exemplo: o amor de Deus, sua bondade, eleição, salvação, livramento, companhia, fazer parte do corpo de Cristo, da sua família, etc. Não merecemos nada disso. Recebemos a graça de Deus pelos exclusivos méritos de Jesus Cristo, nosso salvador e mediador. Cristo a mereceu para nós.
Assim, somos parceiros da graça. O Pai, em Cristo, ao derramar sobre nós sua graça, nos fez participantes e herdeiros de todas as suas belíssimas promessas. Deu-nos a benção de receber sua misericórdia, perdão, salvação e libertação. Não somos estranhos, somos filhos. Temos a oportunidade de falar com o Pai e ouvir sua a voz.
Ao reconhecer a graça de Deus e seus desdobramentos, somos levados pelo Espírito Santo a uma vida de adoração, gratidão e serviço exclusivos ao Deus Trino.
Aprendemos pela graça algumas coisas do coração de Deus: ele é um ser glorioso, que ama perfeitamente seus eleitos, que derrama sobre eles, constantemente e imutavelmente, sua bondade, sustentando-os e provendo-lhes todas as coisas – tanto física como espiritualmente.
A Graça de Cristo tem a ver com algo que NÃO MERECEMOS, por exemplo: o amor de Deus, sua bondade, eleição, salvação, livramento, companhia, fazer parte do corpo de Cristo, da sua família, etc. Não merecemos nada disso. Recebemos a graça de Deus pelos exclusivos méritos de Jesus Cristo, nosso salvador e mediador. Cristo a mereceu para nós.
Assim, somos parceiros da graça. O Pai, em Cristo, ao derramar sobre nós sua graça, nos fez participantes e herdeiros de todas as suas belíssimas promessas. Deu-nos a benção de receber sua misericórdia, perdão, salvação e libertação. Não somos estranhos, somos filhos. Temos a oportunidade de falar com o Pai e ouvir sua a voz.
Ao reconhecer a graça de Deus e seus desdobramentos, somos levados pelo Espírito Santo a uma vida de adoração, gratidão e serviço exclusivos ao Deus Trino.
Vivendo uma Comunhão Sincera e Verdadeira
“Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros” (Rm 12:10). Com estas palavras o apóstolo Paulo orienta com relação ao tratamento e convivência os crentes romanos. Essas palavras não são restritas apenas aos cristãos no passado, aplica-se também a cada um de nós hoje. Falar de comunhão é falar sobre a nossa convivência como Corpo de Cristo, como irmãos e amigos, como filhos do nosso Pai Celestial.
Precisamos como família pensar com muito carinho sobre a nossa comunhão. Que ela não seja superficial, temporária, passageira, sem comprometimento, sem amor, sem compaixão, sem perdão, e assim, um comunhão vazia e enganosa. Antes, vivamos em família e como família. Vamos procurar praticar uma comunhão sincera e verdadeira, que valoriza o irmão, que o tem em máxima honra, que o trata com transparência, carinho, respeito e atenção. Desta maneira, não fale mal do outro, não difame seu irmão, pelo contrário, preocupe-se com ele, ame-o, ajude-o, ore por todos os seus irmãos. Na igreja e fora dela, valorize a companhia deles, tenha prazer em viver junto com eles, tenha satisfação em ser amigo de cada um deles.
Somente vivendo assim, seremos de fato uma família – a família de Deus. Uma comunidade que faz a diferença, que aponta o verdadeiro sentido da amizade, companheirismo, amor e comunhão. Que Deus o abençoe e faça de nossa igreja uma comunidade unida, respeitosa e amorosa para a glória do Pai.
Precisamos como família pensar com muito carinho sobre a nossa comunhão. Que ela não seja superficial, temporária, passageira, sem comprometimento, sem amor, sem compaixão, sem perdão, e assim, um comunhão vazia e enganosa. Antes, vivamos em família e como família. Vamos procurar praticar uma comunhão sincera e verdadeira, que valoriza o irmão, que o tem em máxima honra, que o trata com transparência, carinho, respeito e atenção. Desta maneira, não fale mal do outro, não difame seu irmão, pelo contrário, preocupe-se com ele, ame-o, ajude-o, ore por todos os seus irmãos. Na igreja e fora dela, valorize a companhia deles, tenha prazer em viver junto com eles, tenha satisfação em ser amigo de cada um deles.
Somente vivendo assim, seremos de fato uma família – a família de Deus. Uma comunidade que faz a diferença, que aponta o verdadeiro sentido da amizade, companheirismo, amor e comunhão. Que Deus o abençoe e faça de nossa igreja uma comunidade unida, respeitosa e amorosa para a glória do Pai.
De volta para casa
Ontem (dia 31) voltamos para casa. Passamos alguns dias em Registro e Itanhaém-SP, mas regressamos. Como é bom voltar! Você certamente já ouviu aquela frase: “O melhor lugar no mundo é a nossa casa.” Concordo plenamente. Nossa casa é o nosso lugar de refúgio, segurança, família unida e paz. Lugar onde de fato nos encontramos diante de Deus. Quando viajamos, ficamos com saudade de nossa casa e de todos nossos irmãos amados.
Na viagem de volta, fiquei pensando que há um sentido em nossa vida que ainda não voltamos para casa. Diante de Deus somos como peregrinos, viajantes, passando uma “temporada” neste mundo, mas caminhando a cada dia para o nosso verdadeiro lugar, o reino celestial de nosso Senhor Jesus, o Céu, a Terra prometida, a nossa Canaã. Lá encontraremos a nossa verdadeira casa, diante do Pai, diante dos nossos irmãos. Lugar de abundante paz e amor todos os dias, lugar onde não haverá estresse, doença, tristeza, desarmonia, desencontros, despedida. Pelo contrário, no Céu experimentaremos a presença gloriosa e graciosa do nosso Deus.
O que nos desafia em nossa caminhada de volta para casa é que encontramos aqueles que não estão preparados, ou não estão desejosos, ou ainda, que não acreditam na maravilha que é Canaã. Que eu e você não sejamos assim, antes, sejamos impulsionados por Cristo para nos encontrar com Cristo todos os dias, e especialmente, em nossa verdadeira casa. Não esqueça, você também está de viagem, não chegou em casa ainda.
Na viagem de volta, fiquei pensando que há um sentido em nossa vida que ainda não voltamos para casa. Diante de Deus somos como peregrinos, viajantes, passando uma “temporada” neste mundo, mas caminhando a cada dia para o nosso verdadeiro lugar, o reino celestial de nosso Senhor Jesus, o Céu, a Terra prometida, a nossa Canaã. Lá encontraremos a nossa verdadeira casa, diante do Pai, diante dos nossos irmãos. Lugar de abundante paz e amor todos os dias, lugar onde não haverá estresse, doença, tristeza, desarmonia, desencontros, despedida. Pelo contrário, no Céu experimentaremos a presença gloriosa e graciosa do nosso Deus.
O que nos desafia em nossa caminhada de volta para casa é que encontramos aqueles que não estão preparados, ou não estão desejosos, ou ainda, que não acreditam na maravilha que é Canaã. Que eu e você não sejamos assim, antes, sejamos impulsionados por Cristo para nos encontrar com Cristo todos os dias, e especialmente, em nossa verdadeira casa. Não esqueça, você também está de viagem, não chegou em casa ainda.
Deus é Tudo!?
- “Deus para mim é tudo!” Essa foi a resposta de um jovem quando questionado sobre o que Deus era para sua vida. E talvez essa seja também a sua resposta – Deus é tudo! Essa frase está revestida de uma (aparente) piedade, dependência do Senhor e amor pela sua vontade. Linda resposta, mas que traz em seu pano de fundo, uma armadilha para àqueles que, de fato, amam a Deus.
Continuo questionando. Se esta for sua resposta, então você terá que, necessariamente, responder também que Deus está acima de sua família, filhos, de sua própria honra, do seu dinheiro e bens, do seu talento e orgulho, do seu trabalho, dos desejos do seu coração. Terá que responder também que, por causa de Deus e sua santa vontade, você abre mão da sua própria vida e daquilo que lhe é mais caro. Você está também disposto a viver a partir de agora segundo o que Deus prescreve em sua palavra e não, simplesmente, segundo seus próprios planos e desejos. Pois, se não conseguir responder positivamente a essas questões, então Deus não é tudo em sua vida! Eis a armadilha.
O problema não está nessa simples e corajosa resposta – “Deus para mim é tudo!”. O problema está em usar deste “chavão” para demonstrar uma piedade, uma humildade, dependência e amor não existentes. Ora, o que Deus tem que ser para nós? Sim, ele tem que ser – e é – tudo, não menos que isso – tudo! Mas, insisto, nossa crença e ética (comportamento) devem estar em harmonia e subordinados a essa resposta. Que Deus seja tudo em sua vida, não apenas na teoria, mas também na prática.
Continuo questionando. Se esta for sua resposta, então você terá que, necessariamente, responder também que Deus está acima de sua família, filhos, de sua própria honra, do seu dinheiro e bens, do seu talento e orgulho, do seu trabalho, dos desejos do seu coração. Terá que responder também que, por causa de Deus e sua santa vontade, você abre mão da sua própria vida e daquilo que lhe é mais caro. Você está também disposto a viver a partir de agora segundo o que Deus prescreve em sua palavra e não, simplesmente, segundo seus próprios planos e desejos. Pois, se não conseguir responder positivamente a essas questões, então Deus não é tudo em sua vida! Eis a armadilha.
O problema não está nessa simples e corajosa resposta – “Deus para mim é tudo!”. O problema está em usar deste “chavão” para demonstrar uma piedade, uma humildade, dependência e amor não existentes. Ora, o que Deus tem que ser para nós? Sim, ele tem que ser – e é – tudo, não menos que isso – tudo! Mas, insisto, nossa crença e ética (comportamento) devem estar em harmonia e subordinados a essa resposta. Que Deus seja tudo em sua vida, não apenas na teoria, mas também na prática.
Adoração Integral
O culto na vida cristã inicia-se no ato da conversão e jamais terá fim. Começamos a compreender com clareza quem é Deus a partir do momento em que o Espírito Santo nos abre os olhos. Somente depois desta experiência unilateral é que iniciamos nossa tarefa como adoradores, vivendo nesta vida para engrandecer o nosso Senhor. Viver para adorar o nosso Deus é o que traz significado e valor para nossa existência como criaturas e filhos neste mundo.
A questão maior envolvida nesta tarefa é compreender quando estamos adorando a Deus? Seria apenas quando cantamos louvores a ele? Ou quando “freqüentamos” ou “assistimos” culto? Ou quando, de alguma maneira, nos emocionamos no culto? Ou ainda, naqueles poucos minutos que passamos com os irmãos na igreja, domingo a noite? Eu creio que não. Sabemos que estes momentos na vida cristã são muito caros para todos nós, mas a adoração ao Senhor vai além destes.
Deus requer uma adoração integral. O Senhor deseja ser adorado em todos os momentos da nossa vida. Onde estivermos, com quem e o quê estivermos fazendo ou falando, Deus deve ser adorado em tudo isto. Adoração integral está ligada com toda a nossa vida, nossas atitudes, pensamentos, dons e talentos, influência, amizades, namoro, casamento, trabalho, lazer, etc. Todas as facetas da vida devem estar mergulhadas na adoração, devem ser influenciadas pela santidade, reconhecendo o senhorio de Deus, em Cristo, sobre todas as coisas. Adoração integral é adorar a Deus sempre, em todos os lugares, em todos os momentos, com toda a nossa vida e com todo o nosso coração.
A questão maior envolvida nesta tarefa é compreender quando estamos adorando a Deus? Seria apenas quando cantamos louvores a ele? Ou quando “freqüentamos” ou “assistimos” culto? Ou quando, de alguma maneira, nos emocionamos no culto? Ou ainda, naqueles poucos minutos que passamos com os irmãos na igreja, domingo a noite? Eu creio que não. Sabemos que estes momentos na vida cristã são muito caros para todos nós, mas a adoração ao Senhor vai além destes.
Deus requer uma adoração integral. O Senhor deseja ser adorado em todos os momentos da nossa vida. Onde estivermos, com quem e o quê estivermos fazendo ou falando, Deus deve ser adorado em tudo isto. Adoração integral está ligada com toda a nossa vida, nossas atitudes, pensamentos, dons e talentos, influência, amizades, namoro, casamento, trabalho, lazer, etc. Todas as facetas da vida devem estar mergulhadas na adoração, devem ser influenciadas pela santidade, reconhecendo o senhorio de Deus, em Cristo, sobre todas as coisas. Adoração integral é adorar a Deus sempre, em todos os lugares, em todos os momentos, com toda a nossa vida e com todo o nosso coração.
Elogios
Como é bom receber elogios. Faz bem às emoções, ao coração, ao corpo e à mente. Elogiar alguém é ressaltar suas qualidades, seus pontos positivos, descartando qualquer coisa que seja negativo. Elogiar é apontar aquilo que alguém tem de melhor.
Uma boa definição de LOUVOR é ELOGIAR. Quando louvamos, elogiamos, no caso, a Deus. Culto é momento em que dialogamos com o Senhor Deus, onde nós o louvamos (elogiamos) e ele, por sua vez, nos orienta segundo sua Palavra. Nós comparecemos diante dele em culto respondendo (obedecendo) sua própria convocação para adorá-lo (elogiar). E nós, como povo redimido por Cristo Jesus, com alegria, gratidão e devoção, o adoramos na beleza da sua santidade. Isto é culto! Culto é momento onde elogiamos o nosso Deus, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Ressaltamos suas qualidades (até porque o nosso Deus não tem defeitos!).
Portanto, em nosso culto ao Senhor – que não se restringe apenas no domingo a noite –
tenhamos sempre o cuidado de elogiá-lo, magnificando, por exemplo, sua majestade, amor, poder, graça, justiça, bondade, imutabilidade, eternidade, infinidade, conhecimento, sabedoria, veracidade, etc. Esses são apenas alguns dos atributos (qualidades) do nosso Deus excelso e grandioso. Conheçamos seus atributos, para melhor elogiá-lo (adorá-lo).
Lembre-se, se é bom receber elogios, melhor ainda é concedê-los. Assim, elogie alguém, e, acima de tudo, elogie (adore, louve) o Senhor dos Senhores, o Rei dos Reis, o Supremo e Maravilhoso Deus de toda glória, honra e poder. Elogie o nosso Deus.
Uma boa definição de LOUVOR é ELOGIAR. Quando louvamos, elogiamos, no caso, a Deus. Culto é momento em que dialogamos com o Senhor Deus, onde nós o louvamos (elogiamos) e ele, por sua vez, nos orienta segundo sua Palavra. Nós comparecemos diante dele em culto respondendo (obedecendo) sua própria convocação para adorá-lo (elogiar). E nós, como povo redimido por Cristo Jesus, com alegria, gratidão e devoção, o adoramos na beleza da sua santidade. Isto é culto! Culto é momento onde elogiamos o nosso Deus, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Ressaltamos suas qualidades (até porque o nosso Deus não tem defeitos!).
Portanto, em nosso culto ao Senhor – que não se restringe apenas no domingo a noite –
tenhamos sempre o cuidado de elogiá-lo, magnificando, por exemplo, sua majestade, amor, poder, graça, justiça, bondade, imutabilidade, eternidade, infinidade, conhecimento, sabedoria, veracidade, etc. Esses são apenas alguns dos atributos (qualidades) do nosso Deus excelso e grandioso. Conheçamos seus atributos, para melhor elogiá-lo (adorá-lo).
Lembre-se, se é bom receber elogios, melhor ainda é concedê-los. Assim, elogie alguém, e, acima de tudo, elogie (adore, louve) o Senhor dos Senhores, o Rei dos Reis, o Supremo e Maravilhoso Deus de toda glória, honra e poder. Elogie o nosso Deus.
Não Tire Férias!
Calma, é isso mesmo. Esse é o título: “Não Tire Férias!” Mas, deixe-me explicar primeiro. Todo mundo tem direito de tirar férias. Os servidores públicos, comerciantes, empresários, autônomos, etc. Todo mundo precisa de um tempo para descansar, refletir, tomar um gole de água fresca, ter o seu momento. Férias é um direito de todo trabalhador, mesmo daqueles que são autônomos – sem carteira assinada. Portanto, nesse sentido, você merece, tire férias! Tenha um tempo especial com sua esposa ou marido, com seus filhos. Tire Férias!
Mas, e o tema acima? Do que se trata? Sabe qual o problema? Às vezes, podemos, sem perceber, tirar férias de Deus. É neste sentido que o tema aponta: não tire férias de Deus! Tirar férias de Deus é quando não nos preocupamos com nossa vida devocional, com nosso comportamento segundo a Palavra. Tirar férias de Deus é ficar uma (boa) temporada sem vir na Igreja, sem ler a Bíblia, sem orar, sem falar de Cristo, sem adorar, viver segundo nossos pensamentos, sem considerar a obediência a Deus, o amor ao próximo, a humildade, altruísmo, gentileza, ética, piedade, santidade, etc.
Portanto, neste relevante sentido, neste mês de férias, NÃO TIRE FÉRIAS (DE DEUS)! Onde você estiver continue servindo ao Senhor, sendo fiel, amoroso, obediente, buscando a vida de santidade. Não aproveite seu descanso para fugir ou se afastar de Deus. De férias ou não, seja o mesmo, seja um homem ou mulher que ama a Deus acima de tudo. Pense, fale, deseje e decida sempre com o coração em Deus.
Mas, e o tema acima? Do que se trata? Sabe qual o problema? Às vezes, podemos, sem perceber, tirar férias de Deus. É neste sentido que o tema aponta: não tire férias de Deus! Tirar férias de Deus é quando não nos preocupamos com nossa vida devocional, com nosso comportamento segundo a Palavra. Tirar férias de Deus é ficar uma (boa) temporada sem vir na Igreja, sem ler a Bíblia, sem orar, sem falar de Cristo, sem adorar, viver segundo nossos pensamentos, sem considerar a obediência a Deus, o amor ao próximo, a humildade, altruísmo, gentileza, ética, piedade, santidade, etc.
Portanto, neste relevante sentido, neste mês de férias, NÃO TIRE FÉRIAS (DE DEUS)! Onde você estiver continue servindo ao Senhor, sendo fiel, amoroso, obediente, buscando a vida de santidade. Não aproveite seu descanso para fugir ou se afastar de Deus. De férias ou não, seja o mesmo, seja um homem ou mulher que ama a Deus acima de tudo. Pense, fale, deseje e decida sempre com o coração em Deus.
Servir ou ser servido?
Vivemos na cultura do consumismo. Isto é, muitos querem apenas ser servidos pelos demais, satisfazendo seu próprio ego e bem-estar, a despeito do interesse ou harmonia do próximo. Fazem apenas o que querem, na hora que querem e como querem. Não estão muito preocupados com a vontade e limite do outro, olham apenas para sí mesmos. Vivemos na era do fast-food, do múltiplo controle remoto (universal), delivery, etc. Exige-se muito, faz-se pouco. Onde vamos parar?
Percebemos esse mesmo costume no seio das igrejas cristãs. Muitos querem ser servidos por Deus, estão à espera de milagres, curas, maravilhas, bênçãos, bênçãos e mais bênçãos de Deus. Nunca estão satisfeitos. A igreja virou um supermercado. Os adoradores, consumidores. O louvor e as orações não são mais para Deus, e sim para a pessoa. Muitos se esquivam na hora da responsabilidade e do trabalho. Querem pronto e bem feito, mas sem compromisso e envolvimento no fazer e no servir.
Esperamos uma mudança neste quadro, entendendo que a vontade de Deus está sempre na contra-cultura, isto é, não somos dominados e influenciados pela cultura vigente, mas sempre pela Palavra de Deus. Ao invés de consumidores, precisamos de adoradores, no lugar de clientes, servos, nos lugar de pedidos, gratidão, no lugar das exigências, humildade, altruísmo e espírito pronto e serviçal, no lugar da honra, desejo de fazer, de compartilhar, de ajudar. Como diz a Palavra, “Todo aquele que quiser ser importante deve ser o servo. Todo aquele que quiser ser o mais importante, deve ser o escravo de todos” (Mc 10:43-44 Bíblia Viva). Assim Cristo foi! Este é o modelo e ideal para todos. Então, quer servir ou ser servido?
Percebemos esse mesmo costume no seio das igrejas cristãs. Muitos querem ser servidos por Deus, estão à espera de milagres, curas, maravilhas, bênçãos, bênçãos e mais bênçãos de Deus. Nunca estão satisfeitos. A igreja virou um supermercado. Os adoradores, consumidores. O louvor e as orações não são mais para Deus, e sim para a pessoa. Muitos se esquivam na hora da responsabilidade e do trabalho. Querem pronto e bem feito, mas sem compromisso e envolvimento no fazer e no servir.
Esperamos uma mudança neste quadro, entendendo que a vontade de Deus está sempre na contra-cultura, isto é, não somos dominados e influenciados pela cultura vigente, mas sempre pela Palavra de Deus. Ao invés de consumidores, precisamos de adoradores, no lugar de clientes, servos, nos lugar de pedidos, gratidão, no lugar das exigências, humildade, altruísmo e espírito pronto e serviçal, no lugar da honra, desejo de fazer, de compartilhar, de ajudar. Como diz a Palavra, “Todo aquele que quiser ser importante deve ser o servo. Todo aquele que quiser ser o mais importante, deve ser o escravo de todos” (Mc 10:43-44 Bíblia Viva). Assim Cristo foi! Este é o modelo e ideal para todos. Então, quer servir ou ser servido?
O Amor de Deus
Deus nos ama como somos. Ele não espera e nem exige que mudemos para nos amar. Ele nos aceita do nosso jeito. Com nossos defeitos, manias, medos, insegurança e fraquezas. Diante dele podemos ser nós mesmos, sem máscaras, sem fantasias, sem comparações, sem exigências, somente nós diante de um Pai que ama tremendamente seus filhos.
Esse amor também é incondicional, pois Deus não exige nada para que sejamos amados. Ele não espera ser presenteado nem agradado. Quando erramos, ou o decepcionamos, ou falhamos, ele não nos desampara, não nos abandona, não deixa de nos amar. O único que nos ama até o fim é Deus, por meio de Cristo Jesus. Deus sabe dos nossos medos, fracassos e defeitos, mas nos recebe sem receios, sem ressalvas. Ele ama perfeita e eternamente.
O imenso amor de Deus nos transforma, pois esse amor não é inerte, impotente ou apagado. Antes, é um amor que proporciona o melhor para os seus filhos. Por isso, impulsionado por esse imenso amor, Deus nos deu o seu único Filho – Cristo Jesus – para nos salvar. E nesta salvação, o amor de Deus, por meio do seu Espírito, transforma, amadurece, quebranta, purifica, aproxima e valoriza o seu povo amado. O amor de Deus é sublime, grandioso, gracioso e maravilhoso!
Desafiamos seu coração para conhecer e valorizar este tão belo amor de Deus por nós. Experimente, viva e dependa deste amor divino.
Esse amor também é incondicional, pois Deus não exige nada para que sejamos amados. Ele não espera ser presenteado nem agradado. Quando erramos, ou o decepcionamos, ou falhamos, ele não nos desampara, não nos abandona, não deixa de nos amar. O único que nos ama até o fim é Deus, por meio de Cristo Jesus. Deus sabe dos nossos medos, fracassos e defeitos, mas nos recebe sem receios, sem ressalvas. Ele ama perfeita e eternamente.
O imenso amor de Deus nos transforma, pois esse amor não é inerte, impotente ou apagado. Antes, é um amor que proporciona o melhor para os seus filhos. Por isso, impulsionado por esse imenso amor, Deus nos deu o seu único Filho – Cristo Jesus – para nos salvar. E nesta salvação, o amor de Deus, por meio do seu Espírito, transforma, amadurece, quebranta, purifica, aproxima e valoriza o seu povo amado. O amor de Deus é sublime, grandioso, gracioso e maravilhoso!
Desafiamos seu coração para conhecer e valorizar este tão belo amor de Deus por nós. Experimente, viva e dependa deste amor divino.
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