A Morte da Esperança

“A esperança é a última que morre”. Quem nunca ouviu, ou até mesmo, proferiu esta sentença? Esta, como muitas outras, é uma frase que faz parte do dito popular da nossa cultura. A grande questão é que se pararmos para refletir veremos que em muitos momentos da nossa vida nós já desanimamos, entristecemos, desistimos, enfim, vivemos como se a esperança não existisse mais, não só no âmbito espiritual, mas no cotidiano, nas coisas do dia-a-dia.

Geralmente, nosso desânimo, tristeza e desistência residem no fato de nossas ideias e vontades serem confrontadas, rejeitadas ou falharem. A partir disto, de fato, desfalecemos. E este episódio pode ocorrer dentro da igreja, ou na escola, no trabalho, na família. Na maioria das vezes, esse desfalecimento acarreta prejuízos na vida espiritual, emocional e física.

Mas, a esperança não é “a última que morre”? A esperança, segundo a Palavra de Deus, não é o próprio Deus? “E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança.” (Sl 39:7) Para o crente, a esperança nunca morre, nunca se acaba, nunca falha. Por isso, os cristãos nunca precisam desanimar, se entristecerem e desistirem, porque Deus é esperança de cada um deles. Há uma proposta diferenciada para aqueles que conhecem a Deus.

“Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa, porque dele vem a minha esperança” (Sl 62:5). Esta deve ser a postura espiritual, emocional e física de todos nós, esperar no Senhor. Que a nossa esperança, de fato e de verdade, nunca morra e se desfaleça. Pelo contrário, que, confiada no poder e fidelidade do Senhor, a nossa esperança nos conduza em alegria e disposição no serviço do Senhor. Ainda não chegou ao final! Deus é conosco! A Ele toda a Glória!

Rev. Marlon de Oliveira

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