"Não dorme o guarda de Israel" Sl 121:4

"É certo que não dormita, nem dorme o guarda de Israel." (Sl 121:4)

É... Pude sentir este versículo na pele.. Que experiência terrível! Nunca tinha me envolvido em um acidente. Mas, naquele momento de aflição, de susto, de forte estresse pude aprender na prática o que realmente significa este versículo: "É certo que não dormita, nem dorme o guarda de Israel." (Sl 121:4).

O dia 19 de outubro de 2013 foi um dia tremendamente abençoado por Deus! Como Secretário Presbiterial do Trabalho Feminino do Presbitério de Campo Grande, fui acompanhar uma visita da Federação de SAFS às mulheres de duas igreja nossas, em Cassilândia e Paranaíba (ambas no MS). Que visitas maravilhosas! Foi tudo uma grande bênção! Em Cassilândia tivemos uma reunião muito boa com as irmãs daquela Igreja. E em Paranaíba pudemos reorganizar o trabalho feminino daquela igreja, juntamente com o seu pastor, Rev. Mozair. Enfim, valeu a pena a viagem de mais de 1200 Km de distância (ida e volta). Certamente, faria tudo de novo.

Mas, no retorno, próximo a Camapuã, após finalizar uma curva, nos deparamos com uma anta (o maior mamífero da América do Sul); batemos de frente... Foi um acidente muito feio. O carro saiu da pista. Tombamos. A primeira coisa que falei depois do carro parar de tombar foi: "Aleluia! Glória a Deus!" Ninguém saiu gravemente ferido. Deus é sempre bom, não importa o que aconteça! A sua graça é sempre real e doce, sem importar o amargo das ocasiões!

O que aprendi com tudo isto? O Espírito Santo reforçou em meu coração a certeza que Deus cuida dos seus filhos. Que Deus é sempre bom. Sempre mesmo! Mas, e se o final fosse outro? Deus deixaria de ser bom? Certamente que não! Tudo acontece para o nosso bem, concorre para o nosso bem. Deus nunca faz o mal para os seus filhos, apesar de testa-los muitas vezes e de muitas maneiras. Mas, tudo coopera para que a graça de Cristo seja evidente, certa e abençoadora em nossa vida. Diante da graça de Cristo, estamos sempre protegidos, mesmo em meio aos perigos, aflições e tentações nesta vida. Deus é o guarda, aquele que cuida com amor e graça em ocasiões adversas!

Tive medo de ir para o céu? Não, pelo contrário, estou pronto a estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. Sei que o Senhor Jesus é o meu Salvador. Estou com ele já agora. E sei que é Deus quem cuida da minha esposa, do meu filho, dos meus pais, irmãos, e outros; é Deus quem cuida da sua Igreja. Não sou eu, é Ele! Sou apenas e temporariamente um instrumento nas mãos de Deus. Mas, o guarda de Israel é sempre Deus!

Finalizo este pequeno testemunho desafiando você que ainda não entregou a sua vida a Cristo Jesus, que ainda não o reconheceu com seu único e suficiente Salvador que faça isto agora. Creia em Cristo e arrependa-se dos seus pecados. Pois, não sabemos o dia e nem a hora que ele vai nos chamar, não é mesmo? Portanto, renda ao Senhor Deus e ao seu Filho Jesus Cristo toda honra e toda a glória. Ele, e somente ele, é o Senhor de todas as coisas, de todo o universo.

Trago a mente, a partir de agora muito mais, o verso do Salmo 119:71: "Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos." Deus me ensinou que ele é quem guarda o seu povo escolhido. E ele usa, conforme sua graça, amor e soberania, circunstâncias aparentemente ruins para que aprendamos algumas coisas que, de outra maneira, jamais aprenderíamos.

Leia o Salmo 121:

121.1   [Cântico de romagem] Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro?

121.2   O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra.

121.3   Ele não permitirá que os teus pés vacilem; não dormitará aquele que te guarda.

121.4   É certo que não dormita, nem dorme o guarda de Israel.

121.5   O SENHOR é quem te guarda; o SENHOR é a tua sombra à tua direita.

121.6   De dia não te molestará o sol, nem de noite, a lua.

121.7   O SENHOR te guardará de todo mal; guardará a tua alma.

121.8   O SENHOR guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre.

Que Deus te abençoe. O Senhor Deus é o guarda de Israel, não dormita e nem dorme. A ele toda glória e louvor por este tremendo livramento! Amém!

Eu amo a Deus, meu Senhor!

Eu amo a Deus, meu Senhor! Eu já ouvi essa frase na boca de muitos cristãos, de várias idades. Mas, fico pensando, o que realmente significa esta frase? O que estas pessoas estão dizendo? Será que elas sabem? Será que este dito não virou um "chavão", uma frase pronta? Como, por exemplo, "Para mim, Deus é tudo!"? Para responder a tudo isto, precisamos, ao meu ver, observar três pontos desta frase e definirmos à luz da Escritura Sagrada, a Palavra de Deus.

Primeiro: "Eu amo". Dizer "eu amo" é muito mais do que "eu gosto". Aliás, amor está além da dimensão de gostar, apaixonar, de se afeiçoar. Quando afirmamos que amamos estamos asseverando que temos um laço de compromisso com alguém, um laço, um vínculo de convivência, amizade e companheirismo. Um vínculo que nos impulsiona a sempre fazer o bem ao outro, a dedicar todo o nosso esforço em zelar, honrar o outro. Um compromisso de viver para o outro. Repare, isto quando se refere a outra pessoa. Agora, para com Deus, a intensidade deste amor é bem maior, numa esfera mais pura, espiritual e maravilhosa. Amar a Deus é, em outras palavras, dedicar toda a vida a ele em compromisso de santidade, adoração e obediência. Como você pode notar, é muito mais do que "gostar" de Deus, ou "estar apaixonado"...

Segundo: "a Deus". Precisamos perceber a noção exata de amar e quem estamos amando. Não amamos um "deus" feito pela nossa imaginação, pelo nosso desejo. Deus não é uma invenção, uma filosofia, uma ideologia, etc. Deus é Deus! Ele é o Criador de todo o Universo, o Soberano, o Todo Poderoso, o Transcendente, o Infinito, o Eterno, o Santo, Aquele que rege com poder e domínio tudo o que existe. Mas, Deus também é um Ser Relacional, Imanente, essencialmente pleno de bondade, misericórdia, graça e amor. Aleluia! Deus é o Pai Redentor em Cristo Jesus de todos os seus escolhidos. Quando afirmamos que amamos a Deus, devemos ter em mente quem Ele é. O "Eu Sou". Não um deus fabricado, mas o Criador e o Salvador!

Terceiro: "Meu Senhor". Finalmente, para compreender corretamente esta frase, precisamos meditar sobre esta expressão: "Meu Senhor", a qual tem a ver com o nosso relacionamento para com o Deus Criador e Salvador. Tem a ver com o que Deus é, de fato, em nossos corações. Tem a ver com o nosso relacionamento para com Ele. Se, verdadeiramente crermos que Deus é Santo, Justo, Bom e Gracioso, então Ele será, para nós, o Senhor de todas as coisas, de todo o nosso ser, de todo o nosso coração. É Deus, o Senhor, quem dita as regras para a nossa vida, quem indica o caminho a ser trilhado, quem revela como devemos nos portar diante dEle, quem aponta o modo certo de viver, em obediência, humildade, santidade, amor, contrição e alegria, para a honra e glória do Seu Nome Excelso. Dizer que Deus é o Senhor é estar disposto a negar-se a si mesmo para viver integralmente, constantemente, verdadeiramente para Ele, fazendo o que Lhe agrada e deixando para trás o que Lhe desonra.

Portanto, dizer "Eu amo a Deus, meu Senhor" é muito mais expressar algo pronto, formal, sem conexão com a vida, com a experiência de cada um. É mais! É fazer uma confissão de fé, de louvor e compromisso Àquele que é Maior do que tudo e todos. Que afirmemos isto, com coragem, determinação, consciência e compromisso. Louvo a Deus pelo o que Ele é e o que fez por mim na Cruz de Cristo, aliás, também pelo o que Ele faz por mim todos os dias da minha vida. Eu posso dizer, de todo o meu coração, perdoado, humilhado e impulsionado pelo Espírito Santo: Eu, Marlon, amo a Deus, meu Senhor! E você?

Tempo de Reviver


Reviver significa voltar à vida, renascer, adquirir novo vigor, nova força; revigorar-se, renovar-se. Em outras palavras, trazer à vida novamente. Dar vida àquele que estava morto. Fazer viver de novo, restituir a vida, ressuscitar. Quando pensamos em vida, lembramos sempre da salvação de Deus ao Seu povo amado, pela qual, Deus trouxe, pela graça, vida aos seus eleitos. A salvação em Cristo, por sua vez, deve-se à morte e ressurreição do Seu Filho Jesus Cristo, que morreu pelo povo amado do Senhor, mas, não ficou sepultado, ele não está morto – ele ressuscitou.
 
E justamente isto, Cristo ressuscitou para que pudesse também nos restituir a vida, para que todos aqueles que nele crêem pudessem reviver. E esta nova vida, este reviver, inicia-se no momento que reconhecemos Jesus Cristo como Senhor da nossa vida pessoal, quando reconhecemos os nossos pecados e os confessamos a Deus, quando recebemos Cristo Jesus como o Salvador da nossa vida. Ele ressuscitou para nos dar vida. E esta nova vida deve-se refletir em toda a nossa existência. Somos renascidos todos os dias pela graça em Cristo. Nossa fé, nossos sonhos, nossos projetos, nossa esperança, nosso coração é revivificado pelo Espírito Santo sempre.
 
Portanto, hoje é tempo de reviver. De trazer a vida o que está morto, renovar o que está caído, revigorar o que está ferido. Tempo de renascer, de adquirir novo vigor, novo ânimo. Deus está contigo para renovar suas forças, animar seu coração dolorido. O Cristo que vive pode trazer vida, sentido, alegria, harmonia e esperança para você e toda a sua família. Tempo de restituir. Tempo de graça. Busque a Jesus, volte para ele. Não há nada melhor do que uma mente renascida, de um coração renovado, de uma fé fortalecida, e de esperança revigorada.

Por que evangelizar?


Vivemos num contexto bastante agitado e conturbado. Pessoas correndo de um lado para o outro, atarefadas com seus compromissos e problemas, às vezes escolares, profissionais ou até mesmo familiares. Neste contexto, paira uma relevante pergunta: por que devo eu evangelizar? Talvez para muitos esta pergunta seja realmente oportuna, atual, pois, estamos todos envolvidos com tantas coisas, teríamos ainda tempo e condições (até mesmo físicas) para a evangelização?

Pois bem, todos nós conhecemos o apóstolo Paulo, homem atarefado, cheio de compromissos e além de tudo, perseguido. Este homem, que foi um verdadeiro servo do Senhor Jesus, nos deixou uma belíssima lição: “Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho!” (1Co 9:16). Aqui, Paulo nos ensina que devemos pregar o evangelho sim, independente dos nossos compromissos, atividades e da correria do nosso dia-a-dia, justamente porque somos servos do Senhor Jesus e fomos chamados para este fim: pregar o evangelho. É justamente por isso, que Paulo trata a pregação do evangelho como obrigação, compromisso, estilo de vida, propósito maior, etc. Para Paulo, a evangelização tinha prioridade.
 
Desta maneira, precisamos amar e viver o evangelho, e daí, a partir disto, pregar será apenas uma conseqüência natural do nosso viver cristão. Sejamos como Paulo, verdadeiros missionários, que compreende que amar, viver e pregar o evangelho é nada mais do que o estilo de vida do verdadeiro cristão, é uma prova de amor, obediência e dedicação a Deus. Levemos, portanto, o evangelho do Senhor Jesus àqueles que ainda não o conhecem. Por que evangelizar? Ora, porque a evangelização é a tarefa principal do servo de Deus. Que Deus nos abençoe nesta linda missão.

Influenciando o mundo


Já dissemos em alguns momentos que é mais fácil dizer sim ao pecado do que não. Que é mais fácil tirar-nos da igreja do que trazer alguém. Que é mais fácil ser influenciado para o erro do que influenciar alguém para o bem. Mas, por que são mais fáceis estas coisas? Não dissemos também que o crente é “sal da terra” e “luz do mundo”? Como entender que este crente fiel a Deus não consegue fazer aquilo para o quê foi chamado? Eis aí a questão: Se o crente for realmente fiel e compreender a razão para a qual foi chamado, as questões colocadas acima continuam sendo verdades por causa da natureza do nosso pecado, porém, há uma grande diferença: o zelo, esforço, seriedade e responsabilidade deste crente em viver realmente como crente.

O apóstolo Paulo, escrevendo aos Efésios, diz: “Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz”. (5:8). Há alguns aspectos muito importantes neste versículo:
 
1) O crente verdadeiro ERA trevas, pois foi convertido definitivamente. Hoje é essencialmente diferente daqueles que vivem no pecado;
2) Ele agora É luz no Senhor, isto é, agora é completamente convertido, transformado. E tudo o que é, faz, pensa ou fala reflete esta conversão diante de Deus. Seus desejos, pensamentos e prazeres são diferentes e voltados para a glória de Deus; e,
3) Ele ANDA como filho da luz, em outras palavras, tem um testemunho fiel, verdadeiro, consciente e responsável àqueles que estão à sua volta.

Assim, é natural dizer não ao pecado e sim para a obediência a Deus. Pelo menos, deveria ser. E quando agimos assim, influenciamos aqueles que estão à nossa volta.
 
Agora, questione a sua vida diante de Deus: você tem influenciado os seus amigos e parentes? Tem vivido corretamente? Tem testemunhado?    

Eleição de Presbíteros: Oração e Jejum


Na Igreja Presbiteriana elege-se presbíteros. Cabe a estes o governo e a administração da Igreja. Estes devem ser homens experimentados e possuir certas qualidades morais e espirituais, além da dotação espiritual. Só assim, tornam-se aptos para o ofício.  Quem os elege é a Igreja, reunida em Assembleia, extraordinariamente reunida para este fim. É prerrogativa da Assembleia da Igreja sua escolha, entendendo que a aferição dos eleitos compete ao Conselho da Igreja. Esta escolha, por meio de eleição por voto secreto é muito importante. A Igreja sofre por não votar como convém. Mas, como votar convenientemente? Seria apenas os membros da igreja se encontrarem no dia marcado e escrever o nome do seu escolhido a bel prazer, sem prévia avaliação? Creio que não. A Bíblia apresenta algumas lições importantes para que esta eleição ocorra em ordem e decência, visando o bem do corpo de Cristo. Citamos apenas duas, mas as principais.

Primeiramente, observamos a oração. Todos devem se preparar devidamente para o momento do pleito. Este preparo reclama momentos específicos de oração. É exatamente por meio da oração que buscamos nossa dependência de Deus, o Senhor da Igreja. Pela oração, o Espírito Santo sensibiliza nosso coração para a Palavra de Deus, reconhecemos nossa limitação e buscamos votar segundo a vontade divina. Pedimos, pela oração, que Deus introduza em nosso querer, aquele que ele mesmo preparou para o cargo pretendido. Precisamos de oração para votar bem.

Acompanhado da oração, destacamos o jejum. No jejum, damos importância ao que é essencial para nós: a vontade de Deus. Assim, ao jejuar, investimos boa parte na leitura e estudo da Palavra. Refletimos, desta maneira, sobre o presbítero ideal para governar nossa igreja. Pelo jejum, abrimos mão de nossa mesquinha vontade para buscar a vontade santa de Cristo para a nossa vida e para a nossa igreja.

Assim, ao participar da Assembleia, não esqueça de orar e jejuar. Busque a vontade de Deus e vote com consciência e humildade.

Compaixão


Jesus é maravilhoso. Nos evangelhos conhecemos suas qualidades, o seu coração descortina-se aos nossos olhos. Uma destas qualidades é a sua compaixão. O Senhor Jesus, apesar da sua grandeza, divindade e perfeição, alcança o homem perdido com suas misérias e mazelas. O olhar de Jesus é envolvido em sua compaixão, plena de amor, de bondade, de piedade, de paciência, de compreensão e de graça. Ele vai até os carentes e os alcança com sua perfeita compaixão, toca nelas, principalmente, o coração de cada uma delas. Ele derrama cura, libertação, transformação. Em cada canto por onde Jesus andou contemplamos sua compaixão. Ele trata cada um, independente de quem quer que seja, com igualdade, com aceitação e com carinho. A sua compaixão comanda todas as suas ações. Ele pregou, ensinou, advertiu e corrigiu sem deixar para tráz sua compaixão. Pois isso, ele é cativante. Cheio de compaixão, ele se põe no lugar dos doentes e acamados, carentes e necessitados, desamparados e injustiçados. Conhecer sua compaixão traz vida ao coração árido. Foi assim que ele sempre nos trata, com sua terna compaixão. É exatamente assim que Cristo trata eu e você, com um coração compassivo, a despeito de nossas falhas, limitação, rebeldia e ignorância. Sua compaixão nos alcançou. Glória a Deus!
 
A compaixão do Redentor contrasta com o contexto que vivemos. Ora, o que encontramos ao nosso redor? Amor, gentileza, humildade, não! Compaixão, não! Muito pelo contrário, encontramos ódio, rancor, orgulho, rudeza. Este é o mundo contaminado pelo pecado que vivemos, corrompido pelos valores que batem forte de encontro com os evangelhos e com o coração do Senhor Jesus. Porém, a compaixão de Cristo em nossos corações deve ser expandida no lugar onde estamos. Somos os embaixadores dele. Assim, compete a nós perfumar este mundo com a compaixão de Jesus. Amar como ele nos amou, aceitar as pessoas como ele nos aceitou, ser humilde como ele foi, e principalmente, ser doce como doce é o seu coração e suas atitudes conosco. Assim sejamos nós, doces e compassivos. Assim, espalharemos a compaixão de Jesus.

Sentido para a Vida – Parte 2


O sentido da vida caracteriza-se pelo viver para Deus. Este é o grande objetivo de estarmos vivos. Fomos criados para viver para Deus. Mas, afinal, o que é viver para Deus?

Acredito que viver para Deus é viver de acordo com a sua vontade. A Bíblia Sagrada é a Palavra de Deus. Nela encontramos o modo como ele deseja que nos comportemos em cada situação, a direção para os nossos caminhos, e, a segurança para os nossos passos. A vontade de Deus permite que caminhemos sem medo da frustração. Quando escolhemos, decidimos, nos posicionamos de acordo com sua vontade, vivemos próximo dele, das suas bênçãos, da sua guarda, em sua condução. Isso traz, repito, segurança, pois não vivemos sozinhos, desamparados ou jogados à própria sorte. Viver para Deus implica viver sob seus conselhos para uma vida feliz, para um andar rumo à satisfação, conforto e paz, a partir de suas promessas.

Viver para Deus também implica dedicar tudo o que fazemos para ele, para agradar sua santidade. A vontade de Deus é santa. Ele não se alegra com o pecado, com a desobediência, com a rebeldia, com a ignorância e com o desprazer. Se vivemos para ele, temos que agrada-lo. Não que isto seja algo pesado para nós, pois, não o amamos? Assim, é nosso propósito alegrar o coração dele, obedecendo-o em cada momento, em cada escolha que fazemos. Podemos, desta maneira, dedicar a nossa vida a ele. Deus se agrada com aquilo que se harmoniza com sua vontade.
 
Portanto, viva para Deus. Decida sempre pela vontade do Senhor para a sua vida. Fuja da aparência do mal. Fuja de tudo aquilo que não é a vontade santa de Deus, pois, fazendo isto, escapamos dos perigos desta vida, das amarguras, frustrações e tristeza que a vida longe de Deus nos oferece. Ao contrário, decida em seu coração viver sob a guarda, a bênção, a proteção, o sustento e a direção de Deus. Viva para ele.
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Sentido para a Vida - Parte 1

 
Muitas pessoas vivem por viver, sem perspectivas, metas, nem esperanças. Não esperam nada da vida. Vive um dia depois do outro, deixando o tempo passar. Por isso, tem dificuldades de enxergar o lado belo da vida, sem desfrutar os momentos lindos que Deus nos presenteia diariamente. Muitas vezes só reclamam. Uma pessoa que vive sem um sentido na vida, se fecha para a família, para os amigos, para sí mesmo, até para Deus! Busca-se na bebida, nas drogas, na prostituição, na inconsequencia sentido para a vida. Tudo em vão... Será que esse modo de viver faz bem? Creio que não. Viver por viver traz, como já citei alguns, muitos prejuízos, mesmo para a saúde. Retira toda a alegria da vida, seca o coração e a alma. Traz solidão.
 
Mas, Deus tem boa-nova para você. Ele te oferece motivos para viver na presença dele, e renova em seu coração os propósitos para um viver de verdade. A Palavra de Deus, que é a Bíblia, nos ensina que somos criaturas dele, criados para viver para ele. É Deus que traz o verdadeiro sentido para a vida. É ele quem sustenta nosso viver, nossa saúde, nossa alma e coração. Para tudo dependemos dele. Ele derrama sobre seus filhos a alegria de viver, de enxergar a vida com outros olhos, permitindo perceber sua presença doce e seu mover de paz em cada momento, seja no pôr-do-sol, nas ondas do mar, no revoar das araras, ou, até mesmo, num abraço carinhoso dos nossos filhos, na companhia motivadora de bons amigos. Mesmo na escassez, Deus faz-nos experimentar a abundância da sua graça, levando-nos à gratidão pelo pouco, e fortalecendo nossa fé para aguardar o muito. E, se tudo isso não bastasse, Deus nos deu seu próprio filho, Jesus, para que, por ele, pudéssemos receber não apenas a vida eterna, a vida para sempre na presença do seu amor.
 
Perceba quantos motivos você tem para pautar seu coração. Desta maneira, te convido a falar com Deus agora e buscar nele o sentido da vida. Fazendo isso, você experimentará a alegria de viver.

Série: Teologia e Vida (4)

“Um Morreu por Todos”: Jesus, O Mediador entre Deus e os homens   “A teologia como estudo da Palavra, não pode ser algo simplesmente teórico...