Na Igreja
Presbiteriana elege-se presbíteros. Cabe a estes o governo e a administração da
Igreja. Estes devem ser homens experimentados e possuir certas qualidades
morais e espirituais, além da dotação espiritual. Só assim, tornam-se aptos
para o ofício. Quem os elege é a Igreja,
reunida em Assembleia, extraordinariamente reunida para este fim. É
prerrogativa da Assembleia da Igreja sua escolha, entendendo que a aferição dos
eleitos compete ao Conselho da Igreja. Esta escolha, por meio de eleição por
voto secreto é muito importante. A Igreja sofre por não votar como convém. Mas,
como votar convenientemente? Seria apenas os membros da igreja se encontrarem
no dia marcado e escrever o nome do seu escolhido a bel prazer, sem prévia
avaliação? Creio que não. A Bíblia apresenta algumas lições importantes para
que esta eleição ocorra em ordem e decência, visando o bem do corpo de Cristo.
Citamos apenas duas, mas as principais.
Primeiramente, observamos
a oração. Todos devem se preparar devidamente para o momento do pleito. Este
preparo reclama momentos específicos de oração. É exatamente por meio da oração
que buscamos nossa dependência de Deus, o Senhor da Igreja. Pela oração, o
Espírito Santo sensibiliza nosso coração para a Palavra de Deus, reconhecemos
nossa limitação e buscamos votar segundo a vontade divina. Pedimos, pela
oração, que Deus introduza em nosso querer, aquele que ele mesmo preparou para
o cargo pretendido. Precisamos de oração para votar bem.
Acompanhado da
oração, destacamos o jejum. No jejum, damos importância ao que é essencial para
nós: a vontade de Deus. Assim, ao jejuar, investimos boa parte na leitura e estudo
da Palavra. Refletimos, desta maneira, sobre o presbítero ideal para governar nossa
igreja. Pelo jejum, abrimos mão de nossa mesquinha vontade para buscar a
vontade santa de Cristo para a nossa vida e para a nossa igreja.
Assim, ao participar
da Assembleia, não esqueça de orar e jejuar. Busque a vontade de Deus e vote
com consciência e humildade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário