Já dissemos em alguns
momentos que é mais fácil dizer sim ao pecado do que não. Que é mais fácil
tirar-nos da igreja do que trazer alguém. Que é mais fácil ser influenciado
para o erro do que influenciar alguém para o bem. Mas, por que são mais fáceis
estas coisas? Não dissemos também que o crente é “sal da terra” e “luz do
mundo”? Como entender que este crente fiel a Deus não consegue fazer aquilo
para o quê foi chamado? Eis aí a questão: Se o crente for realmente fiel e
compreender a razão para a qual foi chamado, as questões colocadas acima
continuam sendo verdades por causa da natureza do nosso pecado, porém, há uma
grande diferença: o zelo, esforço, seriedade e responsabilidade deste crente em
viver realmente como crente.
O apóstolo Paulo,
escrevendo aos Efésios, diz: “Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora,
sois luz no Senhor; andai como filhos da luz”. (5:8). Há alguns aspectos
muito importantes neste versículo:
1) O crente verdadeiro ERA trevas, pois foi
convertido definitivamente. Hoje é essencialmente diferente daqueles que vivem
no pecado;
2) Ele agora É luz no Senhor, isto é, agora é completamente
convertido, transformado. E tudo o que é, faz, pensa ou fala reflete esta
conversão diante de Deus. Seus desejos, pensamentos e prazeres são diferentes e
voltados para a glória de Deus; e,
3) Ele ANDA como filho da luz, em outras
palavras, tem um testemunho fiel, verdadeiro, consciente e responsável àqueles
que estão à sua volta.
Assim, é natural
dizer não ao pecado e sim para a obediência a Deus. Pelo menos, deveria ser. E quando agimos assim,
influenciamos aqueles que estão à nossa volta.
Agora, questione a sua vida
diante de Deus: você tem influenciado os seus amigos e parentes? Tem vivido
corretamente? Tem testemunhado?
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